Mulher tem que ser mulher. Mulher que não vive para dizer se é do tipo, não vive de palcos, mas vive para sê-la. Mulher de assumir seus atos, suas vontades, seus erros. Mulher de assumi-lo único.
Mulher da firmeza de seu salto, na delicadeza de seus cabelos, na paixão de suas unhas. Mulher que conhece o amor e o tem em seu batom. Mulher de querê-lo pela manhã, mas deixar que ela durma mais um pouco e cobri-lo de carinho, cobrir-se de ciúmes. Até descobrir-se.
Mulher madura em decisões e menina sob a brincadeira dos seus olhos. Mulher que cai e sabe levantar, mas que estende a mão. Mulher de olhos pedintes para se entregar a ele e recebê-lo na porta.
Mulher de fazê-lo perder a raiva para achá-la com uma súplica entre os lábios, de desafiá-lo a ir além do limite, além de si mesma. Mulher de riso puro e lágrimas de saudade. Que não procura a metade da laranja, mas a laranja inteira. Para doar-se inteira.
Mulher de desenhar em nuvens e desenhar seu rosto no peito do eleito. Mulher de guardá-lo entre as tranças e compartilhar a nudez dos pés. De tomar banho em suas idéias e em troca molhar com interesse.
Mulher de sensibilidade, de estar ao lado. De confessar os medos e o recolher entre os braços. Mulher de sua vida e de querer o cargo. Mulher, entre todas as mulheres, que o ama. Intensa e exclusivamente.
Bruna Bugana
domingo, 12 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Homem de verdade
Homem tem que ser homem. Tem que se agarrar aos insultos e transformar em amor a rebeldia. Tem que ser homem para chorar e chorar e desistir. Assumir suas vontades e medos. E dividir tudo isso.
Homem de ter a dureza de seus músculos e a flexibilidade de sua barba mal feita. É ser homem para ser sensível o bastante para ser másculo. O macho-alfa. Segurar os pulsos e vomitar seus sentimentos, tanto faz se for com carinho ou com raiva. Mas assumí-los. Perceber o ciúmes e declarar-se a sua musa. Fazer ciúmes e se declarar novamente. Fazê-la rainha de suas pernas e seus pensamentos.
Homem suficiente para surpreender e ser surpreendido. Rir para provocar e acabar com tudo em um beijo roubado. Passar o braço nos ombros dela e sussurar ao ouvido ideias. Ideias sobre qualquer coisa, sussuros com o peso de tudo.
Homem para mandar flores e mandar para o inferno os compromissos. É fazer-se presente e tomar as decisões por ela. As decisões certas. Jamais dizer que não sabe o que dizer, pois já está dizendo ou que não tem nada a ver com isso, pois sabe que só por estar ali, já faz parte dela. E quer fazer.
Homem de dar nome as estrelas e oferecê-las em uma bandeja e assim que ela for escolher, recolher e oferecer planetas. Plantar e levá-la para colher os frutos do seu pomar. Repartir a noite com um beijo e entregar-se até se perder. Mas achá-la.
Homem de inseguranças e de assumi-las. De soltar pipa e de jogar xadrez. Ou jogar tudo no chão e ajudá-la a recolher os cacos. Estar ali e fazer-se presente em alma. Oferecer-se e amá-la.
Homem tem que ser homem.
Bruna Bugana
Homem de ter a dureza de seus músculos e a flexibilidade de sua barba mal feita. É ser homem para ser sensível o bastante para ser másculo. O macho-alfa. Segurar os pulsos e vomitar seus sentimentos, tanto faz se for com carinho ou com raiva. Mas assumí-los. Perceber o ciúmes e declarar-se a sua musa. Fazer ciúmes e se declarar novamente. Fazê-la rainha de suas pernas e seus pensamentos.
Homem suficiente para surpreender e ser surpreendido. Rir para provocar e acabar com tudo em um beijo roubado. Passar o braço nos ombros dela e sussurar ao ouvido ideias. Ideias sobre qualquer coisa, sussuros com o peso de tudo.
Homem para mandar flores e mandar para o inferno os compromissos. É fazer-se presente e tomar as decisões por ela. As decisões certas. Jamais dizer que não sabe o que dizer, pois já está dizendo ou que não tem nada a ver com isso, pois sabe que só por estar ali, já faz parte dela. E quer fazer.
Homem de dar nome as estrelas e oferecê-las em uma bandeja e assim que ela for escolher, recolher e oferecer planetas. Plantar e levá-la para colher os frutos do seu pomar. Repartir a noite com um beijo e entregar-se até se perder. Mas achá-la.
Homem de inseguranças e de assumi-las. De soltar pipa e de jogar xadrez. Ou jogar tudo no chão e ajudá-la a recolher os cacos. Estar ali e fazer-se presente em alma. Oferecer-se e amá-la.
Homem tem que ser homem.
Bruna Bugana
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Do que a vida é feita
Martha Medeiros tem ocupado meu tempo com suas crônicas. Tais crônicas geram em mim profunda empatia com o que ela quer passar para seus leitores. Eu passei algumas coisas durante esses últimos dias e com toda as complicações que vieram, eu parei pra pensar um pouco em tudo. Do que a vida é feita? Tem tanta gente que só existe porque viver é uma tarefa árdua, mas porque é? O que, afinal, faz essas pessoas se trancarem em suas conchas e colocar um aviso de 'não perturbe' na porta?
Bom, as coisas foram acontecendo em uma velocidade incrível e eu me vi imersa nessas divagações. A vida é isso que tá aí na sua frente e na minha também. É tão simples, tão detalhista que torna-se complicado de notar.
É um casal que termina enquanto outros milhões se formam, um senhor de sessenta anos que decide calçar um all star e sair pra conhecer o mundo, um aluno entediado em sala de aula e outros que chegam em um país desconhecido para fazer intercâmbio, uma pessoa que vira as costas pra outra jurando nunca mais vê-la e outras duas se encontrando depois de tanto tempo sem se ver. É assim, a vida é isso. Um dia você faz, no outro, fazem com você. Um dia você apanha, no outro, bate.
O que é necessário é ter dignidade e honestidade com as pessoas quando faz a escolha de ser passivo ou ativo. Em todas as suas escolhas, pessoas serão afetadas. Basta ser sincero e fazer o melhor. Até mesmo uma separação pode ser algo bom. Claro, que no começo tudo é difícil para ambos os lados. Como diria Inês Pedrosa ''A separação pode ser o ato de absoluta e radical união, a ligação para a eternidade de dois seres que um dia se amaram demasiado para poderem amar-se de outra maneira, pequena e mansa, quase vegetal.'' ou até mesmo Martha Medeiros, ''Se o que foi bom ainda está fresquinho na memória afetiva, é mais fácil transformar tudo em uma outra relação de amor, numa relação de afastamento parcial, não total. Se o casal percebe que está caminhando para o fim, mas ainda não chegou no momento crítico- de não se suportarem- talvez seja uma boa alternativa terminar antes de um confronto agressivo.''. Até a separação que muitas vezes amarga as pessoas diariamente, pode ser algo bom nessa coisa chamada 'vida'. Basta ser honesto, sincero.
A descoberta do óbvio foi um episódio exótico que vou levar pra sempre. Depois de passar por uma separação do tipo que citei, me sentia a pessoa mais desonesta do mundo. Eu não poderia ter deixado começar, não poderia não-sentir, não poderia fazer algo que um dia fizeram comigo. Estava atravessando a faixa de pedestres enquanto pensava nisso e de repente um grito, alguém chamava meu nome. Quando eu vi, alguém que eu não via a tanto tempo, a surpresa virando a esquina e me enchendo de alegria em pleno precipício de existencialismo. Um encontro após um desencontro. Após esse momento, na primeira oportunidade de estar só, pode parecer piegas -que se dane-, mas eu fechei meus olhos e pela primeira vez senti algo emocionante.
Justamente essa descoberta do óbvio, senti o universo gritando pra mim ''é isso, é disso que ela é feita, são encontros e desencontros, sua burra!'' e algumas lágrimas caíram, eram de felicidade.
Tenho plena convicção que se um dia tivessem sido honestos e sinceros comigo da forma que eu tenho sido, teriam me poupado muito sofrimento.
Espero que todo mundo se coloque nesse precipício, que todo mundo se pergunte, que todo mundo observe, que todos desejem esse espetáculo presente, essa dádiva que é o risco de viver. Um dia você, sim você mesmo, vai olhar pra trás e falar 'valeu a pena passar por isso', mas só se arriscar-se.
O texto pode ter fugido muito do que eu pretendia falar, ou não, mas acredite, eu tenho muita coisa pra dizer, isso não é nem um terço. É disso que a vida é feita, e a partir disso, você vai entender do que você é feito.
Uma ótima semana pra todo mundo.
Bruna Bugana.
Bom, as coisas foram acontecendo em uma velocidade incrível e eu me vi imersa nessas divagações. A vida é isso que tá aí na sua frente e na minha também. É tão simples, tão detalhista que torna-se complicado de notar.
É um casal que termina enquanto outros milhões se formam, um senhor de sessenta anos que decide calçar um all star e sair pra conhecer o mundo, um aluno entediado em sala de aula e outros que chegam em um país desconhecido para fazer intercâmbio, uma pessoa que vira as costas pra outra jurando nunca mais vê-la e outras duas se encontrando depois de tanto tempo sem se ver. É assim, a vida é isso. Um dia você faz, no outro, fazem com você. Um dia você apanha, no outro, bate.
O que é necessário é ter dignidade e honestidade com as pessoas quando faz a escolha de ser passivo ou ativo. Em todas as suas escolhas, pessoas serão afetadas. Basta ser sincero e fazer o melhor. Até mesmo uma separação pode ser algo bom. Claro, que no começo tudo é difícil para ambos os lados. Como diria Inês Pedrosa ''A separação pode ser o ato de absoluta e radical união, a ligação para a eternidade de dois seres que um dia se amaram demasiado para poderem amar-se de outra maneira, pequena e mansa, quase vegetal.'' ou até mesmo Martha Medeiros, ''Se o que foi bom ainda está fresquinho na memória afetiva, é mais fácil transformar tudo em uma outra relação de amor, numa relação de afastamento parcial, não total. Se o casal percebe que está caminhando para o fim, mas ainda não chegou no momento crítico- de não se suportarem- talvez seja uma boa alternativa terminar antes de um confronto agressivo.''. Até a separação que muitas vezes amarga as pessoas diariamente, pode ser algo bom nessa coisa chamada 'vida'. Basta ser honesto, sincero.
A descoberta do óbvio foi um episódio exótico que vou levar pra sempre. Depois de passar por uma separação do tipo que citei, me sentia a pessoa mais desonesta do mundo. Eu não poderia ter deixado começar, não poderia não-sentir, não poderia fazer algo que um dia fizeram comigo. Estava atravessando a faixa de pedestres enquanto pensava nisso e de repente um grito, alguém chamava meu nome. Quando eu vi, alguém que eu não via a tanto tempo, a surpresa virando a esquina e me enchendo de alegria em pleno precipício de existencialismo. Um encontro após um desencontro. Após esse momento, na primeira oportunidade de estar só, pode parecer piegas -que se dane-, mas eu fechei meus olhos e pela primeira vez senti algo emocionante.
Justamente essa descoberta do óbvio, senti o universo gritando pra mim ''é isso, é disso que ela é feita, são encontros e desencontros, sua burra!'' e algumas lágrimas caíram, eram de felicidade.
Tenho plena convicção que se um dia tivessem sido honestos e sinceros comigo da forma que eu tenho sido, teriam me poupado muito sofrimento.
Espero que todo mundo se coloque nesse precipício, que todo mundo se pergunte, que todo mundo observe, que todos desejem esse espetáculo presente, essa dádiva que é o risco de viver. Um dia você, sim você mesmo, vai olhar pra trás e falar 'valeu a pena passar por isso', mas só se arriscar-se.
O texto pode ter fugido muito do que eu pretendia falar, ou não, mas acredite, eu tenho muita coisa pra dizer, isso não é nem um terço. É disso que a vida é feita, e a partir disso, você vai entender do que você é feito.
Uma ótima semana pra todo mundo.
Bruna Bugana.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Tudo colabora para o bem daqueles que piram.
Em um mundo tão corrido, cheio de obrigações, eis-me aqui em véspera de provas, pirando. Sim, pirando.
Estava eu meio doente. Não era gripe, não era febre, não era aids -thankGod-. Era comodismo, era rotina. Chorei por não ter nada à minha volta que permitisse um dia tranquilo, uma chance de respirar com calma. Ontem à noite, para ser mais exata, quase enlouqueci procurando por um direito, uma trégua, para dormir até mais tarde sem acordar às pressas, para ouvir uma música prestando atenção na letra ou rir com mais demora. Tudo tava tão rápido, eu não queria estar.
Não sei se é culpa da semana de provas, mas que se dane de onde vem a culpa, eu só queria mudar.
Antes de dormir, já estava sem esperanças. Até que uma amiga X entrou no msn e disse que precisava me contar uma coisa. Ela me salvou. Me mostrou de forma simples que a vida é pra ser enlouquecida e não para enlouquecer. Alguém entrou na vida dela e da melhor forma, loucamente, perigosamente e intensamente. Não quero entrar em méritos da paixão, mas sim da loucura. Como é bom enlouquecer! Não digo sair por aí, pichando muros, fumando maconha e vomitando na lixeira dos outros. Mas só se dar ao prazer de sair para algum lugar legal quando tiver vontade, se desvirginar de alguma coisa, afinal há milhões de coisas que você nunca fez, porque não fazê-las? Em um mundo tão corrido onde tudo é imposto - a propaganda diz compre, as pessoas dizem seja, o universo diz de forma tão carregada um tenha, ame, beije, faça...- a única coisa que eu quero é sentir o perfume da minha flor favorita, balançar o cabelo na janela do carro, rabiscar um cantinho de mesa com um pedacinho de música, arrepiar com o vento... ai ai, estou suspirando.
Voltando. Depois da confissão da minha amiga, fui dormir mais alegre e pensando em fazer o amanhã -hoje- diferente. No começo, foi terrível. Minha manhã foi péssima, mas assim que cheguei em casa, liguei o chuveiro e sentei no chão. Decidi que não tava nem aí pra mais nada e que hoje ia me dar folga. Assim o fiz.
Tomei meu banho com calma, almocei com calma, dormi ouvindo minhas músicas favoritas, fui tomar açaí com meu namorado e ficamos conversando a tarde toda. Embora a seca em Brasília me irrite bastante, meu dia foi muito bom. Fiz coisas que já não fazia a um bom tempo e agora estou eu nas mesmas condições de ontem, sem estudar para as provas, porém sem desespero. Meu dia foi produtivo, contei histórias, ri, cortei meu dedo D: -rs. Ah, e quando cheguei em casa, tinha um tartellette de morango na geladeira esperando por mim. Bom, acredito que tudo colabora para o bem daqueles que piram. Porque pirar é fugir do normal.
Não falta muito tempo pra acabar o dia, então se acredita que tem alguma coisa que pode fazer ainda hoje que faça você feliz, faça sem medo. Se achar melhor não, faça amanhã ou depois, mas faça. Se não pirar um dia, pode ter certeza que o dia vai pirar você.
Boa noite.
Ps: Créditos a uma outra amiga Y que sempre esteve ao meu lado e que tem me surpreendido como um exemplo de mulher. Sister, você é isso, um exemplo. Mas quer um conselho? Pira.
Bruna Bugana
Estava eu meio doente. Não era gripe, não era febre, não era aids -thankGod-. Era comodismo, era rotina. Chorei por não ter nada à minha volta que permitisse um dia tranquilo, uma chance de respirar com calma. Ontem à noite, para ser mais exata, quase enlouqueci procurando por um direito, uma trégua, para dormir até mais tarde sem acordar às pressas, para ouvir uma música prestando atenção na letra ou rir com mais demora. Tudo tava tão rápido, eu não queria estar.
Não sei se é culpa da semana de provas, mas que se dane de onde vem a culpa, eu só queria mudar.
Antes de dormir, já estava sem esperanças. Até que uma amiga X entrou no msn e disse que precisava me contar uma coisa. Ela me salvou. Me mostrou de forma simples que a vida é pra ser enlouquecida e não para enlouquecer. Alguém entrou na vida dela e da melhor forma, loucamente, perigosamente e intensamente. Não quero entrar em méritos da paixão, mas sim da loucura. Como é bom enlouquecer! Não digo sair por aí, pichando muros, fumando maconha e vomitando na lixeira dos outros. Mas só se dar ao prazer de sair para algum lugar legal quando tiver vontade, se desvirginar de alguma coisa, afinal há milhões de coisas que você nunca fez, porque não fazê-las? Em um mundo tão corrido onde tudo é imposto - a propaganda diz compre, as pessoas dizem seja, o universo diz de forma tão carregada um tenha, ame, beije, faça...- a única coisa que eu quero é sentir o perfume da minha flor favorita, balançar o cabelo na janela do carro, rabiscar um cantinho de mesa com um pedacinho de música, arrepiar com o vento... ai ai, estou suspirando.
Voltando. Depois da confissão da minha amiga, fui dormir mais alegre e pensando em fazer o amanhã -hoje- diferente. No começo, foi terrível. Minha manhã foi péssima, mas assim que cheguei em casa, liguei o chuveiro e sentei no chão. Decidi que não tava nem aí pra mais nada e que hoje ia me dar folga. Assim o fiz.
Tomei meu banho com calma, almocei com calma, dormi ouvindo minhas músicas favoritas, fui tomar açaí com meu namorado e ficamos conversando a tarde toda. Embora a seca em Brasília me irrite bastante, meu dia foi muito bom. Fiz coisas que já não fazia a um bom tempo e agora estou eu nas mesmas condições de ontem, sem estudar para as provas, porém sem desespero. Meu dia foi produtivo, contei histórias, ri, cortei meu dedo D: -rs. Ah, e quando cheguei em casa, tinha um tartellette de morango na geladeira esperando por mim. Bom, acredito que tudo colabora para o bem daqueles que piram. Porque pirar é fugir do normal.
Não falta muito tempo pra acabar o dia, então se acredita que tem alguma coisa que pode fazer ainda hoje que faça você feliz, faça sem medo. Se achar melhor não, faça amanhã ou depois, mas faça. Se não pirar um dia, pode ter certeza que o dia vai pirar você.
Boa noite.
Ps: Créditos a uma outra amiga Y que sempre esteve ao meu lado e que tem me surpreendido como um exemplo de mulher. Sister, você é isso, um exemplo. Mas quer um conselho? Pira.
Bruna Bugana
domingo, 5 de setembro de 2010
Doe.
Oi, gente bonita!
Bom, como sempre não venho aqui há um tempo. Hoje vim postar sobre algo que me incomodou nessa última semana. Eu sempre costumo me perguntar o que devemos fazer, qual é a chave da porta certa que nos leva a uma outra dimensão em um dia normal e rotineiro. Por qual motivo um dia que não te dava expectativa nenhuma começou a te lavar abundantemente com vários sorrisinhos e ar mais leve? Senhoras e senhores, eu tenho a resposta. A palavrinha mágica de tudo isso é: doar.
Sim, doar. Calma, não é que acordei humanitária hoje ao extremo, é pelo simples fato de descobrir oportunidades no 'cada dia' que deixamos passar sem nem cobrar pedágio.
Essa semana eu tentei vê-las de forma mais atenta e de verdade, eu aconselho todos a fazerem o mesmo. Quem melhor do que você pra descobrir as coisas que te dão prazer? Pode ser a coisa mais bizarra e simples e só você conhece, só você sente.
Vou falar um pouco sobre como foi comigo. Primeiro, preciso deixar bem claro que uma das coisas que mais me dá prazer é mudar. Mudar o que for, quem for, onde for.
Comecei por um livro. Eu andava lendo Dom Casmurro (perfeito) e quando acabei não li mais nada. Aí foi quando lembrei de um livro de uma amiga que eu estava na fila desde o ano passado pra ler: Doidas e Santas - Martha Medeiros. O livro foi o fator motivacional de tudo isso. Da reflexão, da mudança e até mesmo do post.
Na maioria das crônicas da Martha o assunto é praticamente esse, a fuga da mesmice. O veneno anti-monotonia fez efeito, graças a Deus. Decidi doar. Doei ao meu quarto mais espaço e mudei os móveis de lugar (pensei em fazer mais e doar a minha cama, mas meu vô me chamou de louca e proibiu o feito, uma pena, afinal eu seria muito feliz em um quarto de hippie e alguém que recebesse a cama, bem mais feliz que eu), doei muita roupa minha que quase não uso e que ficaria mais bonito em outra pessoa do que em mim. Doei a mim mesma o direito de colocar a cara pra fora do vidro com o carro andando rápido, só pra bagunçar o cabelo e sentir o vento frio; Doei sem data especial um 'eu te amo' sem preço e sem peso pra uma amiga minha em um telefonema; Doei um beijo mais demorado no meu pai antes de sair de casa; Doei um sorriso pra moça que sempre vejo de manhã; Doei às minhas ideias mais liberdade; Doei ao meu vestido a não-combinação com um tênis; Doei uma gargalhada no meio da aula sem motivo; Enfim, doei e tô doando. E além do mais, o valor do 'doar' não foi atribuído apenas a mim, como por exemplo, uma amiga X que recebeu um telefonema inesperado de doação após um beijo. Sim, o 'doar' nos deixa leve, bobos e felizes, assim como o 'apaixonar'. Talvez seja até melhor, pois os riscos de se machucar são praticamente opcionais, só se decepciona se doar a si mesmo uma decepção. Só depende de você.
Então vai lá! Eu sei que tem coisa que você nem usa mais e se doar que fará alguém mais feliz, sei que tem coisas que faltam coragem para que possam ser concretizadas, mas que se você doar um pouquinho de insanidade pra elas, talvez te faça mais feliz e além de tudo, o principal, sei que dentro de todo mundo tem um amor, seja ele grande ou pequeno, que quer se libertar e ir para a estante de doação sem olhar o receptor. Não perde tempo, apenas faça isso e confira depois o resultado.
Por exemplo, estou eu aqui doando um pouquinho de Pedro Bial em pleno domingo à noite e confesso estar me sentindo bem com isso.
Por fim, é isso. Aproveitem o poder de doar e receber doações.
Uma boa semana pra todo mundo!
Bruna Bugana
Bom, como sempre não venho aqui há um tempo. Hoje vim postar sobre algo que me incomodou nessa última semana. Eu sempre costumo me perguntar o que devemos fazer, qual é a chave da porta certa que nos leva a uma outra dimensão em um dia normal e rotineiro. Por qual motivo um dia que não te dava expectativa nenhuma começou a te lavar abundantemente com vários sorrisinhos e ar mais leve? Senhoras e senhores, eu tenho a resposta. A palavrinha mágica de tudo isso é: doar.
Sim, doar. Calma, não é que acordei humanitária hoje ao extremo, é pelo simples fato de descobrir oportunidades no 'cada dia' que deixamos passar sem nem cobrar pedágio.
Essa semana eu tentei vê-las de forma mais atenta e de verdade, eu aconselho todos a fazerem o mesmo. Quem melhor do que você pra descobrir as coisas que te dão prazer? Pode ser a coisa mais bizarra e simples e só você conhece, só você sente.
Vou falar um pouco sobre como foi comigo. Primeiro, preciso deixar bem claro que uma das coisas que mais me dá prazer é mudar. Mudar o que for, quem for, onde for.
Comecei por um livro. Eu andava lendo Dom Casmurro (perfeito) e quando acabei não li mais nada. Aí foi quando lembrei de um livro de uma amiga que eu estava na fila desde o ano passado pra ler: Doidas e Santas - Martha Medeiros. O livro foi o fator motivacional de tudo isso. Da reflexão, da mudança e até mesmo do post.
Na maioria das crônicas da Martha o assunto é praticamente esse, a fuga da mesmice. O veneno anti-monotonia fez efeito, graças a Deus. Decidi doar. Doei ao meu quarto mais espaço e mudei os móveis de lugar (pensei em fazer mais e doar a minha cama, mas meu vô me chamou de louca e proibiu o feito, uma pena, afinal eu seria muito feliz em um quarto de hippie e alguém que recebesse a cama, bem mais feliz que eu), doei muita roupa minha que quase não uso e que ficaria mais bonito em outra pessoa do que em mim. Doei a mim mesma o direito de colocar a cara pra fora do vidro com o carro andando rápido, só pra bagunçar o cabelo e sentir o vento frio; Doei sem data especial um 'eu te amo' sem preço e sem peso pra uma amiga minha em um telefonema; Doei um beijo mais demorado no meu pai antes de sair de casa; Doei um sorriso pra moça que sempre vejo de manhã; Doei às minhas ideias mais liberdade; Doei ao meu vestido a não-combinação com um tênis; Doei uma gargalhada no meio da aula sem motivo; Enfim, doei e tô doando. E além do mais, o valor do 'doar' não foi atribuído apenas a mim, como por exemplo, uma amiga X que recebeu um telefonema inesperado de doação após um beijo. Sim, o 'doar' nos deixa leve, bobos e felizes, assim como o 'apaixonar'. Talvez seja até melhor, pois os riscos de se machucar são praticamente opcionais, só se decepciona se doar a si mesmo uma decepção. Só depende de você.
Então vai lá! Eu sei que tem coisa que você nem usa mais e se doar que fará alguém mais feliz, sei que tem coisas que faltam coragem para que possam ser concretizadas, mas que se você doar um pouquinho de insanidade pra elas, talvez te faça mais feliz e além de tudo, o principal, sei que dentro de todo mundo tem um amor, seja ele grande ou pequeno, que quer se libertar e ir para a estante de doação sem olhar o receptor. Não perde tempo, apenas faça isso e confira depois o resultado.
Por exemplo, estou eu aqui doando um pouquinho de Pedro Bial em pleno domingo à noite e confesso estar me sentindo bem com isso.
Por fim, é isso. Aproveitem o poder de doar e receber doações.
Uma boa semana pra todo mundo!
Bruna Bugana
terça-feira, 27 de julho de 2010
Camaleoa com orgulho!
Aloha!
Hoje é o penúltimo dia de férias e eu ainda não sei se estou animada ou não pra que as aulas comecem. Mas uma coisa é certa, muita coisa vai mudar.
Não sei vocês, mas eu tô passando por uma fase que é preciso fazer a coisa que eu tenho mais medo: planejar.
Sempre fui do tipo que diz 'Relaxa, tá tudo bem' quando a coisa aperta. Mas dessa vez tem que ser diferente.
Mudanças sempre foram necessárias na minha vida. Nunca deixo meu cabelo do mesmo jeito durante muito tempo, mudo minha cama de lugar trezentas vezes e na minha sala, eu sento em todos os lugares durante o ano.
Enfim, o que eu quero dizer é que tô começando a ver que planos são bons. Não é bom planejar sua vida inteira, os detalhes, tudo... perde a graça. Mas saber o caminho pra onde vai é um estímulo e tanto.
Não tenho mais o que falar. Só declarar que eu quero mudar muita coisa na minha vida. Resolver assuntos pendentes, inovar e crescer.
Hey Ho, Let's go! -tá isso foi ridículo.
'Adiôs'
Bruna Bugana
Hoje é o penúltimo dia de férias e eu ainda não sei se estou animada ou não pra que as aulas comecem. Mas uma coisa é certa, muita coisa vai mudar.
Não sei vocês, mas eu tô passando por uma fase que é preciso fazer a coisa que eu tenho mais medo: planejar.
Sempre fui do tipo que diz 'Relaxa, tá tudo bem' quando a coisa aperta. Mas dessa vez tem que ser diferente.
Mudanças sempre foram necessárias na minha vida. Nunca deixo meu cabelo do mesmo jeito durante muito tempo, mudo minha cama de lugar trezentas vezes e na minha sala, eu sento em todos os lugares durante o ano.
Enfim, o que eu quero dizer é que tô começando a ver que planos são bons. Não é bom planejar sua vida inteira, os detalhes, tudo... perde a graça. Mas saber o caminho pra onde vai é um estímulo e tanto.
Não tenho mais o que falar. Só declarar que eu quero mudar muita coisa na minha vida. Resolver assuntos pendentes, inovar e crescer.
Hey Ho, Let's go! -tá isso foi ridículo.
'Adiôs'
Bruna Bugana
terça-feira, 6 de julho de 2010
Retrospectiva, cantada e apostas.
Nossa, faz muito tempo que eu não escrevo aqui - como se fizesse diferença.
Bom, muita coisa aconteceu desde o último post. Vamos ver...
Tô namorando, participei de um trabalho anual da escola excelente com pessoas excelentes, tô ruiva, fiz aniversário, fiquei de recuperação, me dei férias, fui debutante de uma amiga, arrumei meu quarto, fico na internet até altas horas, faz um tempo que não alugo filmes e meu pai pega mais no meu pé que fantasma na boca de gente que quer assustar criança.
É muita coisa né?! Nem sei como fiquei tanto tempo sem escrever aqui. Enfim, se houver algum interesse em saber alguma coisa sobre esses assuntos, aí vai um resumão.
1- Tô namorando. - Pois é, meio difícil de acreditar né?! Nem eu acreditei prontamente. Enfim, não vou falar muito dele aqui, vou deixar pra futuros posts. Afinal, é um resumo. - Viu, mor?! Não fique chateado. Em breve terá um post só seu. -Tudo aconteceu meio rápido. Eu estudei na mesma escola que ele quando eu estava na quinta série. Ele era apaixonado por uma amiga minha. O único contato que tivemos foi naquela época, onde ele tentava conquistar o impossível coração dela.
Depois de um tempo (tipo uns 4 anos o-o), tchanã!, ele está na mesma escola que eu, porém não nos falamos pra não rolar aquele constrangedor 'er..Qual seu nome mesmo?' e aí fuçando o orkut dele eu achei um blog. haha, the incredible http://parado-ai-seu-comunista-ii.blogspot.com/ . O que ele escrevia me fez rir, o que não acontecia há algum tempo, tratando de 'mente masculina'. Enfim, este ano (totalizando 5 anos desde nosso contato) adivinhem?! Descobri que ele mora na rua ao lado! Não, eu não segui ele depois da escola. Tá, confesso, EU SEGUI. Mas qual problema? É o mesmo caminho (ou quase). Depois de constatar seu endereço alguns encontros ocorreram, mas sempre da mesmo jeito, ou melhor, de jeito nenhum. Até que um dia, sóbria ou não, eu tomei coragem e... falei com ele no orkut. haha, que covarde. Enfim.. o resto eu vou deixar pra contar no próximo post. :*
(pulando alguns tópicos)
2- Tô ruiva. - Bem, não há muito o que falar a não ser o número da tinta e o porquê da mudança. Rs -Não vou passar o número da tinta-. O motivo da mudança é idiota. Todo mundo já ouviu falar que a maioria das loiras é fútil, se acha e é burra -note o termo 'a maioria' pra ninguém vir me chamando de loirofóbica ¬¬' - E que as morenas são as malvadas, as poderosas e.. solteironas. Well, eu até posso me encaixar mais no termo 'solteirona' mas, eu não sou tão sozinha malcomida assim. Então, eu pensei na possibilidade de ficar ruiva. Essa opção já havia sido conselho de várias pessoas, mas eu nunca ouvi, logo, tentei. E deu certo. Ruiva *o*. Pronto, só isso.
3- Meu pai pega no meu pé mais que fantasma em boca de gente que quer assustar criança. O que eu tenho a declarar é que eu não sei o que deu nele.
Ah, não podia deixar de constatar mais duas coisas.
Acabei de ser cantada por OUTRO garçom. ¬¬' Sério. Fico p da vida. Qual é o problema com eles? Dessa vez eu fui a 'princesa'. Absurdo. Mas tudo se resolverá! Já passei o nome do restaurante, as características físicas do indivíduo e pontos fracos de ambos para meu namorido. :)
Falando nisso ou não.. eu tenho algumas coisas pra resolver. As pessoas estão duvidando muito de mim. Minha tia duvida que eu consiga tirar a mancha do vestido, meu pai duvida que eu recupere minhas notas e meu namorado duvida que eu consiga atualizar todos os meus blogs hoje e criar um novo. Essa última se eu conseguir vou ganhar um beijinho, o que me faz achar que ele quer é uma desculpa pra chegar perto de mim, aiai. Então, cumprirei tudo. :) fuckyea.
Ah, tenho uma aposta também. Eu aposto no blog da minha amiga, Natália Pires, que acabou de criar. http://avitrolacandanga.blogspot.com/ .
BGS, galerë. :*
Bruna Bugana
Bom, muita coisa aconteceu desde o último post. Vamos ver...
Tô namorando, participei de um trabalho anual da escola excelente com pessoas excelentes, tô ruiva, fiz aniversário, fiquei de recuperação, me dei férias, fui debutante de uma amiga, arrumei meu quarto, fico na internet até altas horas, faz um tempo que não alugo filmes e meu pai pega mais no meu pé que fantasma na boca de gente que quer assustar criança.
É muita coisa né?! Nem sei como fiquei tanto tempo sem escrever aqui. Enfim, se houver algum interesse em saber alguma coisa sobre esses assuntos, aí vai um resumão.
1- Tô namorando. - Pois é, meio difícil de acreditar né?! Nem eu acreditei prontamente. Enfim, não vou falar muito dele aqui, vou deixar pra futuros posts. Afinal, é um resumo. - Viu, mor?! Não fique chateado. Em breve terá um post só seu. -Tudo aconteceu meio rápido. Eu estudei na mesma escola que ele quando eu estava na quinta série. Ele era apaixonado por uma amiga minha. O único contato que tivemos foi naquela época, onde ele tentava conquistar o impossível coração dela.
Depois de um tempo (tipo uns 4 anos o-o), tchanã!, ele está na mesma escola que eu, porém não nos falamos pra não rolar aquele constrangedor 'er..Qual seu nome mesmo?' e aí fuçando o orkut dele eu achei um blog. haha, the incredible http://parado-ai-seu-comunista-ii.blogspot.com/ . O que ele escrevia me fez rir, o que não acontecia há algum tempo, tratando de 'mente masculina'. Enfim, este ano (totalizando 5 anos desde nosso contato) adivinhem?! Descobri que ele mora na rua ao lado! Não, eu não segui ele depois da escola. Tá, confesso, EU SEGUI. Mas qual problema? É o mesmo caminho (ou quase). Depois de constatar seu endereço alguns encontros ocorreram, mas sempre da mesmo jeito, ou melhor, de jeito nenhum. Até que um dia, sóbria ou não, eu tomei coragem e... falei com ele no orkut. haha, que covarde. Enfim.. o resto eu vou deixar pra contar no próximo post. :*
(pulando alguns tópicos)
2- Tô ruiva. - Bem, não há muito o que falar a não ser o número da tinta e o porquê da mudança. Rs -Não vou passar o número da tinta-. O motivo da mudança é idiota. Todo mundo já ouviu falar que a maioria das loiras é fútil, se acha e é burra -note o termo 'a maioria' pra ninguém vir me chamando de loirofóbica ¬¬' - E que as morenas são as malvadas, as poderosas e.. solteironas. Well, eu até posso me encaixar mais no termo 'solteirona' mas, eu não sou tão sozinha malcomida assim. Então, eu pensei na possibilidade de ficar ruiva. Essa opção já havia sido conselho de várias pessoas, mas eu nunca ouvi, logo, tentei. E deu certo. Ruiva *o*. Pronto, só isso.
3- Meu pai pega no meu pé mais que fantasma em boca de gente que quer assustar criança. O que eu tenho a declarar é que eu não sei o que deu nele.
Ah, não podia deixar de constatar mais duas coisas.
Acabei de ser cantada por OUTRO garçom. ¬¬' Sério. Fico p da vida. Qual é o problema com eles? Dessa vez eu fui a 'princesa'. Absurdo. Mas tudo se resolverá! Já passei o nome do restaurante, as características físicas do indivíduo e pontos fracos de ambos para meu namorido. :)
Falando nisso ou não.. eu tenho algumas coisas pra resolver. As pessoas estão duvidando muito de mim. Minha tia duvida que eu consiga tirar a mancha do vestido, meu pai duvida que eu recupere minhas notas e meu namorado duvida que eu consiga atualizar todos os meus blogs hoje e criar um novo. Essa última se eu conseguir vou ganhar um beijinho, o que me faz achar que ele quer é uma desculpa pra chegar perto de mim, aiai. Então, cumprirei tudo. :) fuckyea.
Ah, tenho uma aposta também. Eu aposto no blog da minha amiga, Natália Pires, que acabou de criar. http://avitrolacandanga.blogspot.com/ .
BGS, galerë. :*
Bruna Bugana
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Aham U2, senta lá.
Boa noite.
Não, não é uma boa noite.
Bom, vejamos. Acho que todo mundo já teve um dia na vida igual ao que estou tendo.
Acordei pensando em alguma desculpa para não ir pra escola. A única coisa que consegui pensar foi em fazer minhas três provas em outro dia, mas que isso me custaria trinta reais. Desisti, óbvio.
Fui para a escola e fiquei morrendo de tédio até a hora da prova chegar. Chegou. Fiz com mais tédio ainda e terminei bem rápido. Só que faltava uma coisa.. passar tudo à caneta. ¬¬' Desisti também. Deixei tudo à lápis, o que provavelmente vai me causar grande arrependimento.
Comecei a ler o livro da vez: 'Eu mato'. Muito bom, mas (merda!) logo hoje que eu precisava de alguma coisa bem felizinha, um dos meus personagens favoritos morre. Isso. Morre. Morreu.
Mas dessa vez não desisti, li até bater o sinal.
Voltei pra casa. Discuti com meu pai por divergência de ideias e me tranquei no quarto. Fiquei entregue aos prazeres do meu quarto: internet e chocolate.
No meu twitter o @todorockeiro postou a suposta música do dia 'Beautiful Day' do U2. haha, really? ¬¬'
Enfim, amanhã eu tenho mais três provas e ainda não tenho trinta reais para faltar. Estudei? haha, não. Tô me sentindo uma puta nerd que vive no computador buscando coisas inúteis (ou não) para a vida. Só que ao mesmo tempo me sinto completamente asquerosa e irresponsável por não estudar, não tomar banho, não comer comida saudável e outras obrigações que fazem crianças terem presentes no natal.
Sem contar que tive uma busca implacável por uma música que vi num vídeo. Achei. Graças a Deus! Senão estaria vendo o mesmo agora.
Preciso fazer alguma coisa e por isso vim aqui falar com ninguém. :D olha que legal ¬¬'
Enfim, vou ser um pouco mais ordinária..
Tenha uma noite tão boa quanto a minha.
Dane-se.
:*
Não, não é uma boa noite.
Bom, vejamos. Acho que todo mundo já teve um dia na vida igual ao que estou tendo.
Acordei pensando em alguma desculpa para não ir pra escola. A única coisa que consegui pensar foi em fazer minhas três provas em outro dia, mas que isso me custaria trinta reais. Desisti, óbvio.
Fui para a escola e fiquei morrendo de tédio até a hora da prova chegar. Chegou. Fiz com mais tédio ainda e terminei bem rápido. Só que faltava uma coisa.. passar tudo à caneta. ¬¬' Desisti também. Deixei tudo à lápis, o que provavelmente vai me causar grande arrependimento.
Comecei a ler o livro da vez: 'Eu mato'. Muito bom, mas (merda!) logo hoje que eu precisava de alguma coisa bem felizinha, um dos meus personagens favoritos morre. Isso. Morre. Morreu.
Mas dessa vez não desisti, li até bater o sinal.
Voltei pra casa. Discuti com meu pai por divergência de ideias e me tranquei no quarto. Fiquei entregue aos prazeres do meu quarto: internet e chocolate.
No meu twitter o @todorockeiro postou a suposta música do dia 'Beautiful Day' do U2. haha, really? ¬¬'
Enfim, amanhã eu tenho mais três provas e ainda não tenho trinta reais para faltar. Estudei? haha, não. Tô me sentindo uma puta nerd que vive no computador buscando coisas inúteis (ou não) para a vida. Só que ao mesmo tempo me sinto completamente asquerosa e irresponsável por não estudar, não tomar banho, não comer comida saudável e outras obrigações que fazem crianças terem presentes no natal.
Sem contar que tive uma busca implacável por uma música que vi num vídeo. Achei. Graças a Deus! Senão estaria vendo o mesmo agora.
Preciso fazer alguma coisa e por isso vim aqui falar com ninguém. :D olha que legal ¬¬'
Enfim, vou ser um pouco mais ordinária..
Tenha uma noite tão boa quanto a minha.
Dane-se.
:*
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Tpm, bananas e manicure urgente.
Oioi,
Bem que eu disse que viria aqui quando desse vontade né? Faz um tempão já. Tanta coisa já aconteceu desde o último post, se eu listasse todas não sairia daqui hoje.
Tô aqui, na verdade, para tirar a poeira de cima do blog e passar a mão em cima.
Tava pesquisando sobre umas coisas da escola e não sabia por onde começar. A coisa não tava fluindo e eu pensei em algo pra fazer. Aqui estou.
Essa falta de vontade para com os estudos se tornou frequente e isso me assusta muito. Pra ser sincera, ultimamente quando coloco na balança o que eu quero fazer e os estudos, um lado sempre tem pesado mais. Ontem, por exemplo, eu devia ter feito um dever de matemática e o que eu fiz? Fui assistir Armageddon com uma big panela de brigadeiro e lágrimas rolando pelo rosto. Foi quando eu descobri... Essa vontade de sair por aí comprando tudo, comendo tudo, chorando por tudo, pode ser resumida em três letras: TPM.
Quando eu tô nesse período gracioso do mês, sou basicamente a personificação de três coisas: sensibilidade, inconstância e preguiça.
I) Dá uma vontade de chorar do nada. Fico carente e isso vem junto com a vontade de comprar e comer em excessos. Antes de ontem, eu tava no carro com meu pai e vi uma loja de sapatos. Meus olhos viram um peep-toe lindo! Disse pro meu pai que queria gastar e ele disse que eu preciso parar com isso. Pronto. Foi preciso apenas ele dizer isso pra que eu desabasse em uma discussão com ele, mas no final (pelo fato de ele saber como eu sou nesses dias) ele mandou que eu gritasse bem alto no carro e eu fiz. Gritei, mas gritei tão alto que o motoqueiro do lado quase caiu da moto.
II) Estou lendo um livro chamado Eu mato. É sobre um serial killer muito boooom! *o* Isso mesmo. Apaixonei no assassino. Mas não é esse o ponto crucial.
Eu fiquei dois dias sem ler o livro e foi o suficiente pra que eu mudasse de time. Tô louca pra que peguem logo o cara e minha curiosidade dar uma trégua.
Hoje, sem perceber, eu ouvi 'Não ter' de Sandy e Júnior no último volume e fazendo caras românticas, mas quando a música acabou eu coloquei Thunderstruck do AC/DC e cantei balançando a cabeça com cara de menina rebelde. o-o
III) Dispenso exemplos sobre a preguiça. Eles são vergonhosos.
(Mudando de assunto..)
Hoje no final da penúltima aula lá na escola, uma amiga apostou comigo que eu não tinha coragem de jogar uma banana na cabeça de alguém. Puff, peguei a banana e arremessei na cabeça do meu amigo do outro lado da sala. Resultado? Uma guerra de banana. Foi muito hilário! A sala tava sem professor e tinha banana em tudo. No final das contas, o meu amigo (que levou a primeira bananada) levou advertência porque jogou banana pela janela no povo da outra sala. hiiihi. *eucomecei*
Quando cheguei em casa na hora do almoço, os móveis estavam todos cobertos por lonas pretas. Por um momento senti que aquele era o funeral da minha casa. D:
Meu pai me disse que vai ter algumas reformas, mas ninguém me consultou e isso quer dizer sabe o quê? Que eu vou ter que passar o resto dos meus dias dentro do meu quarto para não ser afetada por tanta poeira. (tpm aflorando..)
Fui estudar, como já citei, e não deu certo. Agora enquanto eu escrevo aqui, tô esperando dar a hora de ir pro med e com uma puta falta de ar. Minhas unhas estavam consideravelmente legais e agora estão visualmente insuportáveis.
Enfim, voltei ao blog.
Até dar a hora, eu vou ali rever meus conceitos (se eu os encontrar embaixo de tanta lona).
Não vou pedir a ninguém pra comentar, porque ninguém faz isso mesmo, então...
Até.
Bruna Bugana
Bem que eu disse que viria aqui quando desse vontade né? Faz um tempão já. Tanta coisa já aconteceu desde o último post, se eu listasse todas não sairia daqui hoje.
Tô aqui, na verdade, para tirar a poeira de cima do blog e passar a mão em cima.
Tava pesquisando sobre umas coisas da escola e não sabia por onde começar. A coisa não tava fluindo e eu pensei em algo pra fazer. Aqui estou.
Essa falta de vontade para com os estudos se tornou frequente e isso me assusta muito. Pra ser sincera, ultimamente quando coloco na balança o que eu quero fazer e os estudos, um lado sempre tem pesado mais. Ontem, por exemplo, eu devia ter feito um dever de matemática e o que eu fiz? Fui assistir Armageddon com uma big panela de brigadeiro e lágrimas rolando pelo rosto. Foi quando eu descobri... Essa vontade de sair por aí comprando tudo, comendo tudo, chorando por tudo, pode ser resumida em três letras: TPM.
Quando eu tô nesse período gracioso do mês, sou basicamente a personificação de três coisas: sensibilidade, inconstância e preguiça.
I) Dá uma vontade de chorar do nada. Fico carente e isso vem junto com a vontade de comprar e comer em excessos. Antes de ontem, eu tava no carro com meu pai e vi uma loja de sapatos. Meus olhos viram um peep-toe lindo! Disse pro meu pai que queria gastar e ele disse que eu preciso parar com isso. Pronto. Foi preciso apenas ele dizer isso pra que eu desabasse em uma discussão com ele, mas no final (pelo fato de ele saber como eu sou nesses dias) ele mandou que eu gritasse bem alto no carro e eu fiz. Gritei, mas gritei tão alto que o motoqueiro do lado quase caiu da moto.
II) Estou lendo um livro chamado Eu mato. É sobre um serial killer muito boooom! *o* Isso mesmo. Apaixonei no assassino. Mas não é esse o ponto crucial.
Eu fiquei dois dias sem ler o livro e foi o suficiente pra que eu mudasse de time. Tô louca pra que peguem logo o cara e minha curiosidade dar uma trégua.
Hoje, sem perceber, eu ouvi 'Não ter' de Sandy e Júnior no último volume e fazendo caras românticas, mas quando a música acabou eu coloquei Thunderstruck do AC/DC e cantei balançando a cabeça com cara de menina rebelde. o-o
III) Dispenso exemplos sobre a preguiça. Eles são vergonhosos.
(Mudando de assunto..)
Hoje no final da penúltima aula lá na escola, uma amiga apostou comigo que eu não tinha coragem de jogar uma banana na cabeça de alguém. Puff, peguei a banana e arremessei na cabeça do meu amigo do outro lado da sala. Resultado? Uma guerra de banana. Foi muito hilário! A sala tava sem professor e tinha banana em tudo. No final das contas, o meu amigo (que levou a primeira bananada) levou advertência porque jogou banana pela janela no povo da outra sala. hiiihi. *eucomecei*
Quando cheguei em casa na hora do almoço, os móveis estavam todos cobertos por lonas pretas. Por um momento senti que aquele era o funeral da minha casa. D:
Meu pai me disse que vai ter algumas reformas, mas ninguém me consultou e isso quer dizer sabe o quê? Que eu vou ter que passar o resto dos meus dias dentro do meu quarto para não ser afetada por tanta poeira. (tpm aflorando..)
Fui estudar, como já citei, e não deu certo. Agora enquanto eu escrevo aqui, tô esperando dar a hora de ir pro med e com uma puta falta de ar. Minhas unhas estavam consideravelmente legais e agora estão visualmente insuportáveis.
Enfim, voltei ao blog.
Até dar a hora, eu vou ali rever meus conceitos (se eu os encontrar embaixo de tanta lona).
Não vou pedir a ninguém pra comentar, porque ninguém faz isso mesmo, então...
Até.
Bruna Bugana
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Alice no país dos realistas
Holla!
Quarta-feira, aniversário de Brasília, 21 de Abril de 2010. Acordei meio dia, assisti as atrações na Esplanada Dos Ministérios pela tv, almocei e vim pra cá. Um dia normal, com indagações sociais de sempre em uma data comemorativa. Porém, não é de Brasília que eu vim falar. É de um outro lugar onde todos nós conhecemos.
Ontem, depois dos estudos árduos à noite -rs- ao chegar em casa, decidi assistir o filme 'Alice no país das maravilhas' de Tim Burton pela internet mesmo. Acho péssimo ter que fazer isso, mas a data de estréia já mudou cinco vezes e não há curiosidade que resista, ainda mais quando é tão intensa quanto a minha.
Ao assistir o filme me deparei com um erro meu. Sempre falei que Alice era a personagem mais burra que existe na face da Terra, mas pensando bem ela é muito parecida comigo e com muitas pessoas. Não que sejamos burros, mas olhe bem:
I) Alice é uma menina que não possui alguém que a entenda como ela quer ser entendida e com isso ela vive em um mundo que ela mesma inventa. No filme de Tim Burton - a versão mais inteligente, na minha opinião-, Alice não sonha com o país das maravilhas, mas está no país das maravilhas. Aos 19 anos, quando deve tomar uma decisão crucial em sua vida, ela vai para o tal lugar, que acreditava ter sonhado antes e acredita estar sonhando no momento que põe os pés lá novamente. Porém, descobre que ela não se lembrava de um sonho, mas lembrava-se de um momento real. Tudo alí foi e é real.
Muitos de nós -inclusive eu-, temos um lugarzinho onde podemos nos esconder. Sabe onde? Nos nossos sonhos. Ok, parece contraditório, mas não é. Temos a mania de achar que nossas idealizações, metas, planos são coisas surreais, quando não são. Aquela sensação de ter um motivo pra não desistir ou até mesmo a sensação de se sentir bem em um momento ruim é o seu mundo. O mundo que você criou, onde seus sonhos, planos e vontades vivem te servindo de refúgio. E tudo isso é real. Paralelismo não significa fantasia.
II) No filme, Alice é cercada por personagens que possuem características marcantes. Em nossas vidas, somos cercados de pessoas que possuem características semelhantes. Dúvidas? Ok, aí vai..
-> Coelho Branco: Personagem sine qua non para o desenrolar da estória. Ele está atrasado e apressado, chamando Alice em plena cerimônia de noivado desta e ela o segue.
- Vida real: Podemos associar o coelho branco àquelas pessoas que sempre aparecem para nós quando nossa situação é meio crítica ou pressionadora. Elas estão correndo para dentro dos próprios buracos, onde estarão num mundo pessoal e acolhedor e te fazem querer se refugiar em um buraco também. Seja para sentir-se seguro ou para ter força de vontade. Geralmente, são pessoas estimuladoras e prestativas.
->Tweedle-Dee e Tweedle-Dum (os gêmeos): Sempre com um jeito meio lerdo, divergindo em ideias um com o outro, mas sempre ajudando Alice.
-Vida real: São aqueles que quando você vai conversar para que as coisas fiquem mais claras por uma visão externa e acaba saindo mais confuso do que antes por causa da quantidade contradições dessas pessoas em um só diálogo. Mas por fim, só sobra a boa vontade de te ajudar e isso é suficiente.
->Mallymkun (a ratinha): Dúvida que Alice é a mesma Alice que ia naquele mundo quando era criança e não acredita nela nem mesmo indo ao oráculo. Mas no fundo, sente uma necessidade enorme de ajudá-la e assim o faz.
-Vida real: São pessoas extremamente intuitivas e céticas. Aparecem geralmente em meio a uma crise de identidade e dizem que você já não é mais a mesma pessoa. Porém, acabam percebendo que mesmo com algumas mudanças, você ainda é a mesma pessoa.
->Absolem (a lagarta): A que tudo sabe. Vive em cima de um cogumelo e possui um oráculo de tudo que aconteceu, acontece e acontecerá no país das maravilhas. Sempre força Alice a se entender melhor com a pergunta 'Quem é você?'. Absolem vira borboleta no fim.
-Vida real: São pessoas que aparecem no mesmo momento que Mallymkun - uma crise de existencialismo-. São sábias, mesmo que muitas vezes incompreensíveis por nós. Ajudam a achar um caminho e são amáveis. Mesmo sendo experientes, vivem transformações.
-> Gato De Cheshire: é um gato malhado que possui a habilidade de aparecer e desaparecer. Ajuda Alice a achar um caminho, porém desaparece sempre que acontece algo ruim.
- Vida real: São pessoas convidativas e aparentemente bem resolvidas, porém covardes. Querem ajudar, mas não tem coragem para enfrentar dificuldades e usam muitos disfarces. Mas não que sejam pessoas falsas, apenas não são completamente confiáveis.
->Chapeleiro Maluco: PARA TUDO! Preciso deixar bem claro que esse é meu personagem favorito! Além de ser interpretado por Jhonny Depp -suspiros e mais suspiros-, ele é a coisa mais gracinha do mundo inteiro. Pronto, era isso./ O chapeleiro não demostra suas emoções abertamente e sofre de mudança de humor repentina. Esperava ansioso pela volta de Alice e é, sem dúvida, amigo de verdade dela.
- Vida real: São aqueles amigos que fazem de tudo para te proteger. São destemidos, confiantes e confiáveis, sempre ultrapassam limites por uma boa causa.
Gente, o post tá enoooorme, por isso vou parar por aqui -rs.
Enfim, todo mundo que leu (ninguém) entendeu? Tudo isso é de verdade. Se você que ainda não assitiu o filme -por causa da indecisão da Disney-, assista-o e pense bastante. Afinal, alí pode estar uma pequena demonstração de uma pequena parte de sua vida.
Parece meio louco? Mas segundo o filme 'As pessoas loucas são as melhores'. :D
Até mais, tenho uma hora marcada para tomar chá.
'' Ao contrário do que era, não seria. E o que não seria, será. Você vai ver!''
Bruna Bugana
Quarta-feira, aniversário de Brasília, 21 de Abril de 2010. Acordei meio dia, assisti as atrações na Esplanada Dos Ministérios pela tv, almocei e vim pra cá. Um dia normal, com indagações sociais de sempre em uma data comemorativa. Porém, não é de Brasília que eu vim falar. É de um outro lugar onde todos nós conhecemos.
Ontem, depois dos estudos árduos à noite -rs- ao chegar em casa, decidi assistir o filme 'Alice no país das maravilhas' de Tim Burton pela internet mesmo. Acho péssimo ter que fazer isso, mas a data de estréia já mudou cinco vezes e não há curiosidade que resista, ainda mais quando é tão intensa quanto a minha.
Ao assistir o filme me deparei com um erro meu. Sempre falei que Alice era a personagem mais burra que existe na face da Terra, mas pensando bem ela é muito parecida comigo e com muitas pessoas. Não que sejamos burros, mas olhe bem:
I) Alice é uma menina que não possui alguém que a entenda como ela quer ser entendida e com isso ela vive em um mundo que ela mesma inventa. No filme de Tim Burton - a versão mais inteligente, na minha opinião-, Alice não sonha com o país das maravilhas, mas está no país das maravilhas. Aos 19 anos, quando deve tomar uma decisão crucial em sua vida, ela vai para o tal lugar, que acreditava ter sonhado antes e acredita estar sonhando no momento que põe os pés lá novamente. Porém, descobre que ela não se lembrava de um sonho, mas lembrava-se de um momento real. Tudo alí foi e é real.
Muitos de nós -inclusive eu-, temos um lugarzinho onde podemos nos esconder. Sabe onde? Nos nossos sonhos. Ok, parece contraditório, mas não é. Temos a mania de achar que nossas idealizações, metas, planos são coisas surreais, quando não são. Aquela sensação de ter um motivo pra não desistir ou até mesmo a sensação de se sentir bem em um momento ruim é o seu mundo. O mundo que você criou, onde seus sonhos, planos e vontades vivem te servindo de refúgio. E tudo isso é real. Paralelismo não significa fantasia.
II) No filme, Alice é cercada por personagens que possuem características marcantes. Em nossas vidas, somos cercados de pessoas que possuem características semelhantes. Dúvidas? Ok, aí vai..
-> Coelho Branco: Personagem sine qua non para o desenrolar da estória. Ele está atrasado e apressado, chamando Alice em plena cerimônia de noivado desta e ela o segue.
- Vida real: Podemos associar o coelho branco àquelas pessoas que sempre aparecem para nós quando nossa situação é meio crítica ou pressionadora. Elas estão correndo para dentro dos próprios buracos, onde estarão num mundo pessoal e acolhedor e te fazem querer se refugiar em um buraco também. Seja para sentir-se seguro ou para ter força de vontade. Geralmente, são pessoas estimuladoras e prestativas.
->Tweedle-Dee e Tweedle-Dum (os gêmeos): Sempre com um jeito meio lerdo, divergindo em ideias um com o outro, mas sempre ajudando Alice.
-Vida real: São aqueles que quando você vai conversar para que as coisas fiquem mais claras por uma visão externa e acaba saindo mais confuso do que antes por causa da quantidade contradições dessas pessoas em um só diálogo. Mas por fim, só sobra a boa vontade de te ajudar e isso é suficiente.
->Mallymkun (a ratinha): Dúvida que Alice é a mesma Alice que ia naquele mundo quando era criança e não acredita nela nem mesmo indo ao oráculo. Mas no fundo, sente uma necessidade enorme de ajudá-la e assim o faz.
-Vida real: São pessoas extremamente intuitivas e céticas. Aparecem geralmente em meio a uma crise de identidade e dizem que você já não é mais a mesma pessoa. Porém, acabam percebendo que mesmo com algumas mudanças, você ainda é a mesma pessoa.
->Absolem (a lagarta): A que tudo sabe. Vive em cima de um cogumelo e possui um oráculo de tudo que aconteceu, acontece e acontecerá no país das maravilhas. Sempre força Alice a se entender melhor com a pergunta 'Quem é você?'. Absolem vira borboleta no fim.
-Vida real: São pessoas que aparecem no mesmo momento que Mallymkun - uma crise de existencialismo-. São sábias, mesmo que muitas vezes incompreensíveis por nós. Ajudam a achar um caminho e são amáveis. Mesmo sendo experientes, vivem transformações.
-> Gato De Cheshire: é um gato malhado que possui a habilidade de aparecer e desaparecer. Ajuda Alice a achar um caminho, porém desaparece sempre que acontece algo ruim.
- Vida real: São pessoas convidativas e aparentemente bem resolvidas, porém covardes. Querem ajudar, mas não tem coragem para enfrentar dificuldades e usam muitos disfarces. Mas não que sejam pessoas falsas, apenas não são completamente confiáveis.
->Chapeleiro Maluco: PARA TUDO! Preciso deixar bem claro que esse é meu personagem favorito! Além de ser interpretado por Jhonny Depp -suspiros e mais suspiros-, ele é a coisa mais gracinha do mundo inteiro. Pronto, era isso./ O chapeleiro não demostra suas emoções abertamente e sofre de mudança de humor repentina. Esperava ansioso pela volta de Alice e é, sem dúvida, amigo de verdade dela.
- Vida real: São aqueles amigos que fazem de tudo para te proteger. São destemidos, confiantes e confiáveis, sempre ultrapassam limites por uma boa causa.
Gente, o post tá enoooorme, por isso vou parar por aqui -rs.
Enfim, todo mundo que leu (ninguém) entendeu? Tudo isso é de verdade. Se você que ainda não assitiu o filme -por causa da indecisão da Disney-, assista-o e pense bastante. Afinal, alí pode estar uma pequena demonstração de uma pequena parte de sua vida.
Parece meio louco? Mas segundo o filme 'As pessoas loucas são as melhores'. :D
Até mais, tenho uma hora marcada para tomar chá.
'' Ao contrário do que era, não seria. E o que não seria, será. Você vai ver!''
Bruna Bugana
domingo, 18 de abril de 2010
O fim e o começo
Bom dia!
Aqui estou eu! Domingo de manhã, prestes a ir à igreja.
Bom, ontem eu fui para a escola de manhã, primeiro dia sem prova lá essa semana. Foi até divertido. Tinham poucas pessoas e pouca matéria também.
À tarde eu fui ao shopping com uns amigos e foi bem tranquilo também. Gastei meu dinheiro todo D: Isso é desesperador. Fui assistir 'Uma noite fora de série' e até recomendo também.
Cheguei em casa à noite e fiquei aqui com a amélia (meu pc) curtindo o restinho de sábado. Votei feito louca no Paulo Pokémon lá na batalha de colírios e fui dormir tarde.
Acabei de acordar, tenho que ir pra igreja. Hoje à noite dou aula para as crianças lá. Tenho que comprar umas coisas. E amanhã começa a rotina, porém uma rotina bem mais legal... sem provas e com o início do MED- o curso que eu planejo fazer desde o ano passado-.
Vou indo que tô atrasada.
Mesmo sabendo que ninguém lê isso aqui...
Beijo. =*
Bruna Bugana
Aqui estou eu! Domingo de manhã, prestes a ir à igreja.
Bom, ontem eu fui para a escola de manhã, primeiro dia sem prova lá essa semana. Foi até divertido. Tinham poucas pessoas e pouca matéria também.
À tarde eu fui ao shopping com uns amigos e foi bem tranquilo também. Gastei meu dinheiro todo D: Isso é desesperador. Fui assistir 'Uma noite fora de série' e até recomendo também.
Cheguei em casa à noite e fiquei aqui com a amélia (meu pc) curtindo o restinho de sábado. Votei feito louca no Paulo Pokémon lá na batalha de colírios e fui dormir tarde.
Acabei de acordar, tenho que ir pra igreja. Hoje à noite dou aula para as crianças lá. Tenho que comprar umas coisas. E amanhã começa a rotina, porém uma rotina bem mais legal... sem provas e com o início do MED- o curso que eu planejo fazer desde o ano passado-.
Vou indo que tô atrasada.
Mesmo sabendo que ninguém lê isso aqui...
Beijo. =*
Bruna Bugana
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Livros, anonimato e cappuccino
Oi,
Tô no meio de uma pausa na minha leitura. Um dos livros da vez é 'O segredo de Emma Corrigan'. Muito bom, recomendo.
Amanhã é o último dia da minha semana de provas, tenho prova de física, filosofia e inglês. E minha intuição diz que a prova de física estará bem difícil. Sabe o que mais? eu não estudei. Sim, me chame de irresponsável. Vou fazer a prova com o que sei de todas as aulas durante o bimestre e espero que seja muita coisa. O lado positivo é que é o último dia dessa loucura.
Uma coisa que tem me intrigado muito durante esses dias é o desejo das pessoas de serem conhecidas. Caramba, é na escola, no orkut, no twitter..em todo lugar! Garotas se vestindo iguaizinhas e garotos se matando para ser colírio da capricho. Em que mundo vivemos? Onde estão as pessoas que não tem a popularidade como item número um na lista de prioridades? Pelo amor de Deus! Já virou nêura!
Na minha opinião, o anonimato é bem mais interessante. Você conhece as pessoas que quer conhecer, é amigo das pessoas que escolhe e é muito mais seguro nisso. Ser anônimo dá a chance de estar com pessoas que não estão juntas com você por uma capa de revista ou da bandinha da hora. Dá a chance de ser você e ser aceito por isso.
Não sou do tipo pop star, não quero ser e acho o cúmulo da baixa auto-estima alguém que se humilha para estar com outra pessoa com um bom status!
No livro, que estava lendo há uns cinco minutos, tem uma personagem chamada Kerry que é um pé no saco. Casada com um cara rico, empresária de sucesso e uma completa imbecil. Nossa! Eu consigo fazer uma lista de pessoas iguais a ela que eu conheço. E me dá cada vez mais vontade de expulsá-las do meio social que me cerca. Infelizmente, não é possível.
Pô, quer ser reconhecido? Então, seja pelo seu talento. Não por seguir um monte de gente igual, que se veste igual, que ouve músicas iguais, que fala igual, que age igual, que ...argh!
Enfim, tô com uma vontade de tomar um cappuccino, mas não tem como preparar agora. Tô ouvindo Laterna Dos Afogados na versão da Cássia Eller - que é linda-.
Vou indo, leitores imaginários...
Não se esqueçam: anonimato é mais legal, porque se você tirar uma nota baixa na prova de física, ninguém fica sabendo. :D
Boa noite.
Bruna Bugana
Tô no meio de uma pausa na minha leitura. Um dos livros da vez é 'O segredo de Emma Corrigan'. Muito bom, recomendo.
Amanhã é o último dia da minha semana de provas, tenho prova de física, filosofia e inglês. E minha intuição diz que a prova de física estará bem difícil. Sabe o que mais? eu não estudei. Sim, me chame de irresponsável. Vou fazer a prova com o que sei de todas as aulas durante o bimestre e espero que seja muita coisa. O lado positivo é que é o último dia dessa loucura.
Uma coisa que tem me intrigado muito durante esses dias é o desejo das pessoas de serem conhecidas. Caramba, é na escola, no orkut, no twitter..em todo lugar! Garotas se vestindo iguaizinhas e garotos se matando para ser colírio da capricho. Em que mundo vivemos? Onde estão as pessoas que não tem a popularidade como item número um na lista de prioridades? Pelo amor de Deus! Já virou nêura!
Na minha opinião, o anonimato é bem mais interessante. Você conhece as pessoas que quer conhecer, é amigo das pessoas que escolhe e é muito mais seguro nisso. Ser anônimo dá a chance de estar com pessoas que não estão juntas com você por uma capa de revista ou da bandinha da hora. Dá a chance de ser você e ser aceito por isso.
Não sou do tipo pop star, não quero ser e acho o cúmulo da baixa auto-estima alguém que se humilha para estar com outra pessoa com um bom status!
No livro, que estava lendo há uns cinco minutos, tem uma personagem chamada Kerry que é um pé no saco. Casada com um cara rico, empresária de sucesso e uma completa imbecil. Nossa! Eu consigo fazer uma lista de pessoas iguais a ela que eu conheço. E me dá cada vez mais vontade de expulsá-las do meio social que me cerca. Infelizmente, não é possível.
Pô, quer ser reconhecido? Então, seja pelo seu talento. Não por seguir um monte de gente igual, que se veste igual, que ouve músicas iguais, que fala igual, que age igual, que ...argh!
Enfim, tô com uma vontade de tomar um cappuccino, mas não tem como preparar agora. Tô ouvindo Laterna Dos Afogados na versão da Cássia Eller - que é linda-.
Vou indo, leitores imaginários...
Não se esqueçam: anonimato é mais legal, porque se você tirar uma nota baixa na prova de física, ninguém fica sabendo. :D
Boa noite.
Bruna Bugana
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Panacéia
Estava andando a esmo naquela praça central. Típico centro urbano das cidades grandes que principalmente ao crepúsculo, todos aqueles pombos, o barulho da fonte artificial servindo de cenário para pessoas apressadas, era muito natural. Ela, porém ainda andava a esmo.
Não era o tic-tac de seu antigo relógio de pulso que chamava a sua atenção, mas sim toda a sensibilidade daquela cena que passava despercebida pelos rostos à volta.
Era um dia frio e seu corpo ficava arrepiado quando a brisa o tocava. Estava tão mergulhada dentro de si que nem mesmo os pombos percebiam sua presença. Excêntrica presença! Dentro de seus sapatos Old School, da sua longa saia verde musgo, de sua blusa preta e sua jaqueta jeans, escondia-se uma grande mulher.
Caminhou até perto da fonte e sentou em um banco próximo. Passou a mão em seus curtos cabelos cacheados para arrumá-los já que o vento estava forte. Tirou da sua bolsa jeans surrada uma velha máquina fotográfica para registrar tudo o que via.
Pombos no chão buscando por migalhas, pessoas bem vestidas com a testa franzida e andando rápido, casais discutindo ao descer as escadas do metrô, as poucas árvores dançando com o vento e um homem, de frente para a fonte artificial, que parecia hipnotizado com o sobe e desce que a água fazia.
Ela abaixou a máquina, tirando-a de seus olhos para que pudesse observar a primeira figura que de fato chamara sua atenção. Alí de pé ele estava e ela analisava seu perfil.
Um velho All Star, um jeans escuro, um blaiser terra-cota e uma blusa que parecia ser azul marinho. Tinha uma barba mal feita que fazia contraste com sua pele clara e que não fazia justiça ao seu rosto de 20 anos de idade, mas que combinava com seu cabelo castanho escuro totalmente desarrumado. Seus olhos estavam fixos na água da fonte, mas ela percebeu que eram olhos pretos bem escuros.
De repente, ele pareceu notar que foi descoberto e em um movimento brusco, olhou na direção dela e encontrou seus olhos. Ela, por sua vez, ficou paralisada, pois não era comum pessoas estabelecendo contato visual com ela. Sentia-se ardendo por dentro e de alguma forma tinha a impressão de que o conhecia, por isso não mexeu um músculo e continuou olhando-o.
Ele também sentia que era uma moça familiar, mas ao mesmo tempo tinha certeza que nunca tinha visto criatura tão bela e diferente. Deu um passo. O suficiente para o coração dela saltar no peito como se o marciano Monte Olímpo tivesse despertado. De onde ele viera? Seria ele seu milagre particular? O vazio da sua existência teria fim? Vazio. Era como ele se sentia. Vazio dele mesmo e cheio daquela nova sensação, com isso, sorriu. O que fez ela achar que suas pernas eram membros independentes, por isso não conseguia ir embora, mas com muito esforço foi levantando do banco.
Movimento tal provocador do desaparecimento do sorriso e a confusão aparente surgia no rosto dele. Ela sentiu medo e euforia, desejo e surpresa, felicidade e angústia. Colocou a máquina dentro da bolsa, ainda fitando quem a fitava. Enquanto isso, ele queria correr e abraça-la, mas não sabia se era seguro chegar a tal ponto. Deu outro passo.
Ela nervosa e suando frio, virou-se e tomou a direção contrária. Ele ficou.
Os pombos levantaram voô e as pessoas ainda andavam apressadamente. Ela se sentia viva e se questionava se há a possibilidade de amar alguém por cinco minutos, mas que se existisse ela amou profundamente. Ele tinha a certeza de que se era amor ou qualquer outra coisa, não importava, mas que esperava encontrá-la novamente para que pudesse sentir a estranha sensação de ter ganho seu milagre particular.
Bruna Bugana
Não era o tic-tac de seu antigo relógio de pulso que chamava a sua atenção, mas sim toda a sensibilidade daquela cena que passava despercebida pelos rostos à volta.
Era um dia frio e seu corpo ficava arrepiado quando a brisa o tocava. Estava tão mergulhada dentro de si que nem mesmo os pombos percebiam sua presença. Excêntrica presença! Dentro de seus sapatos Old School, da sua longa saia verde musgo, de sua blusa preta e sua jaqueta jeans, escondia-se uma grande mulher.
Caminhou até perto da fonte e sentou em um banco próximo. Passou a mão em seus curtos cabelos cacheados para arrumá-los já que o vento estava forte. Tirou da sua bolsa jeans surrada uma velha máquina fotográfica para registrar tudo o que via.
Pombos no chão buscando por migalhas, pessoas bem vestidas com a testa franzida e andando rápido, casais discutindo ao descer as escadas do metrô, as poucas árvores dançando com o vento e um homem, de frente para a fonte artificial, que parecia hipnotizado com o sobe e desce que a água fazia.
Ela abaixou a máquina, tirando-a de seus olhos para que pudesse observar a primeira figura que de fato chamara sua atenção. Alí de pé ele estava e ela analisava seu perfil.
Um velho All Star, um jeans escuro, um blaiser terra-cota e uma blusa que parecia ser azul marinho. Tinha uma barba mal feita que fazia contraste com sua pele clara e que não fazia justiça ao seu rosto de 20 anos de idade, mas que combinava com seu cabelo castanho escuro totalmente desarrumado. Seus olhos estavam fixos na água da fonte, mas ela percebeu que eram olhos pretos bem escuros.
De repente, ele pareceu notar que foi descoberto e em um movimento brusco, olhou na direção dela e encontrou seus olhos. Ela, por sua vez, ficou paralisada, pois não era comum pessoas estabelecendo contato visual com ela. Sentia-se ardendo por dentro e de alguma forma tinha a impressão de que o conhecia, por isso não mexeu um músculo e continuou olhando-o.
Ele também sentia que era uma moça familiar, mas ao mesmo tempo tinha certeza que nunca tinha visto criatura tão bela e diferente. Deu um passo. O suficiente para o coração dela saltar no peito como se o marciano Monte Olímpo tivesse despertado. De onde ele viera? Seria ele seu milagre particular? O vazio da sua existência teria fim? Vazio. Era como ele se sentia. Vazio dele mesmo e cheio daquela nova sensação, com isso, sorriu. O que fez ela achar que suas pernas eram membros independentes, por isso não conseguia ir embora, mas com muito esforço foi levantando do banco.
Movimento tal provocador do desaparecimento do sorriso e a confusão aparente surgia no rosto dele. Ela sentiu medo e euforia, desejo e surpresa, felicidade e angústia. Colocou a máquina dentro da bolsa, ainda fitando quem a fitava. Enquanto isso, ele queria correr e abraça-la, mas não sabia se era seguro chegar a tal ponto. Deu outro passo.
Ela nervosa e suando frio, virou-se e tomou a direção contrária. Ele ficou.
Os pombos levantaram voô e as pessoas ainda andavam apressadamente. Ela se sentia viva e se questionava se há a possibilidade de amar alguém por cinco minutos, mas que se existisse ela amou profundamente. Ele tinha a certeza de que se era amor ou qualquer outra coisa, não importava, mas que esperava encontrá-la novamente para que pudesse sentir a estranha sensação de ter ganho seu milagre particular.
Bruna Bugana
terça-feira, 13 de abril de 2010
Towanda!
Olá leitores imaginários!
Neste exato momento estou no meu quarto (frio), com cadernos e livros espalhados por todo canto e minha tia está assistindo alguma novela deplorável na minha televisão e deitada na minha cama. Tive três provas hoje de manhã e em uma delas acredito não ter obtido um bom resultado.
Cheguei em casa e assisti 'Tomates verdes fritos'. Fui estudar para as provas de amanhã. Consegui? Não. Estou pra tudo hoje, MENOS para estudar. Caramba, eu preciso de uns dias lá no Havaí ou em um lugar que faça muito frio. Juro que tentei estudar, mas não deu.
Fui para a internet e minha rede caiu. Não voltava mais. Ódio mortal.
Resolvi pegar uns livros pra ler no escritório aqui em casa e acabei pegando 'O segredo de Emma Corrigan'. Li o primeiro capítulo e larguei, pois pensava o tempo todo nos livros que eu preciso terminar de ler. Uns três. Agora, quatro.
Minha rede voltou e eu também voltei para meu vício. Estou sem fazer nada desde então. Tirando o fato de a conexão ter caído umas três vezes depois, tá tudo mais de boa. Assisti um vídeo MUITO gracinha no youtube que conseguiu me alegrar por alguns minutos.
Estou aqui ainda, cada segundo mais aflita por causa das provas que me aguardam.
Sabe o que eu preciso? De menos preocupação! Ser igual a Idgie de Tomates Verdes Fritos às vezes, ajudaria bastante. Ou talvez eu seja, mas não hoje.
Demorei mil anos pra escrever isso aqui. E agora estou indo fazer não sei o quê. Ou melhor, estou indo não fazer nada.
Bye.
Bruna Bugana
Neste exato momento estou no meu quarto (frio), com cadernos e livros espalhados por todo canto e minha tia está assistindo alguma novela deplorável na minha televisão e deitada na minha cama. Tive três provas hoje de manhã e em uma delas acredito não ter obtido um bom resultado.
Cheguei em casa e assisti 'Tomates verdes fritos'. Fui estudar para as provas de amanhã. Consegui? Não. Estou pra tudo hoje, MENOS para estudar. Caramba, eu preciso de uns dias lá no Havaí ou em um lugar que faça muito frio. Juro que tentei estudar, mas não deu.
Fui para a internet e minha rede caiu. Não voltava mais. Ódio mortal.
Resolvi pegar uns livros pra ler no escritório aqui em casa e acabei pegando 'O segredo de Emma Corrigan'. Li o primeiro capítulo e larguei, pois pensava o tempo todo nos livros que eu preciso terminar de ler. Uns três. Agora, quatro.
Minha rede voltou e eu também voltei para meu vício. Estou sem fazer nada desde então. Tirando o fato de a conexão ter caído umas três vezes depois, tá tudo mais de boa. Assisti um vídeo MUITO gracinha no youtube que conseguiu me alegrar por alguns minutos.
Estou aqui ainda, cada segundo mais aflita por causa das provas que me aguardam.
Sabe o que eu preciso? De menos preocupação! Ser igual a Idgie de Tomates Verdes Fritos às vezes, ajudaria bastante. Ou talvez eu seja, mas não hoje.
Demorei mil anos pra escrever isso aqui. E agora estou indo fazer não sei o quê. Ou melhor, estou indo não fazer nada.
Bye.
Bruna Bugana
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Bandeiras ao vento
Meu Deeeeeeeeeeeus! *o* É disso que eu preciso! Depois de um dia cansativo de provas e estudo à tarde, tudo que eu queria é uma forcinha de algo que tenho esperado! E eu tive! Não há nada melhor que isso. Podem me chamar de imbecil sonhadora e esperançosa, mas que se dane, as coisas não serão feitas agora mesmo, lá na frente a gente vê. \o/ Mesmo que a paciência seja mais difícil que a fé, eu espero até ficar velha, mas que vai acontecer.. aaaah vai!
Sabe como eu sei disso? Pelos sinais! Essa forcinha que eu sempre tenho pra sempre me mostrar que não é hora de parar! Thank God! \o/
''When I get older, I will be stronger
They'll call me freedom just like a wavin' flag,
And then it goes back..''
Que vontade de sair gritando na rua! Agora sei o que aquela música Telegrama do Zeca B. quer dizer! :D
Enjoy people.
Bruna Bugana
Sabe como eu sei disso? Pelos sinais! Essa forcinha que eu sempre tenho pra sempre me mostrar que não é hora de parar! Thank God! \o/
''When I get older, I will be stronger
They'll call me freedom just like a wavin' flag,
And then it goes back..''
Que vontade de sair gritando na rua! Agora sei o que aquela música Telegrama do Zeca B. quer dizer! :D
Enjoy people.
Bruna Bugana
domingo, 11 de abril de 2010
Conto de fadas atrasadas
Era uma veeeeez..
Uma jovem, filha de um artesão que morava num feudo X. Ela cresceu rodeada de amigos e muito amada pelo pai, porém esperava encontrar algo que virasse sua vidinha pacata de cabeça para baixo. Chegou a conhecer alguns rapazes mas a única coisa que sobrou foram decepções. Então, decidiu viajar para a casa dos tios em um feudo muito, muito, muito distante.
Os dias que ela passou lá foram incríveis. O lugar era espetacular e ela divertia-se muito na companhia do seu primo favorito. Um belo dia, seu primo a levou numa festa da côrte do rei, onde estaria o mais belo príncipe de todos os feudos (pelo menos eram o que as outras garotas diziam). Ao chegar no castelo, lá estava ela, incomodada de estar com aquele vestido que a deixava parecida com uma bonequinha. Todas as jovens do feudo estavam lá e a deixavam completamente ofuscada.
Finalmente, chegou a hora do príncipe aparecer. Ele entrou no salão, caminhando com a cabeça erguida. Era branquinho, olhos azuis, loiro e despertava suspiros das garotas do reino enquanto sentava-se no trono. Bateu palminhas rápidas como sinal para que a banda que vinha de um reino vizinho iniciasse o show da noite.
Naquele momento, os pensamentos da nossa jovem, protagonista dessa história, sobre como as garotas achavam aquele príncipe loiro azedo interessante foram interrompidos assim que a tal banda entrou. O vocalista era um moreno alto (bonito e sensual) que usava uma blusa preta de alguma banda de rock não identificada, calça jeans e um tênis de skatista com uma guitarra Jackson Flying V em suas mãos. Ela soube, era ele.
Ele cantou algumas de suas músicas favoritas, fitando-a. Ele também sabia que era ela tudo que ele sempre esperou para virar a vida de cabeça para baixo.
Era a última música da noite, Fix You- Coldplay, e os dois sabiam que era a hora. De alguma forma se conheciam muito bem mesmo sem nunca terem se cruzado por aí. Na verdade, eram iguais e podiam sentir isso. Então, combinaram de fugirem juntos vida a fora. Ela tirou os sapatos de salto, calçou o seu amado All Star, pois não tinha motivo para aparentar algo que não era de fato. Tirou o prendedor do cabelo, deixou-o bagunçado e vestia uma blusa comum com uma calça jeans surrada que trazia na mochila (que tinha deixado escondida embaixo da mesa). Tudo isso, enquanto ele colocava as coisas da banda dentro do carro junto com os amigos.
Mas nem tudo é como esperamos que seja... acredite ou não, o tio dela (pai do primo favorito) era meio doente e foi buscá-la na festa. Irado por não ter achado o filho, assim que a viu, segurou-a pelo braço e a levou para casa a força. Mandou-a de volta para o feudo X, onde seu pai a esperava da mesma forma como ela o havia deixado. Os dias passaram.
Ela não viu mais o vocalista e passava os dias apenas sobrevivendo. Enquanto ele, andava de feudo em feudo procurando a moça que esperou a vida inteira. Ela o ama até hoje e ele um dia vai acertar qual é o feudo onde ela vive. Mas é complicado, pois na idade média não existe internet ou muito menos celular.
E eles viverão felizes para sempre. Um dia.
The End.
Bruna Bugana
Uma jovem, filha de um artesão que morava num feudo X. Ela cresceu rodeada de amigos e muito amada pelo pai, porém esperava encontrar algo que virasse sua vidinha pacata de cabeça para baixo. Chegou a conhecer alguns rapazes mas a única coisa que sobrou foram decepções. Então, decidiu viajar para a casa dos tios em um feudo muito, muito, muito distante.
Os dias que ela passou lá foram incríveis. O lugar era espetacular e ela divertia-se muito na companhia do seu primo favorito. Um belo dia, seu primo a levou numa festa da côrte do rei, onde estaria o mais belo príncipe de todos os feudos (pelo menos eram o que as outras garotas diziam). Ao chegar no castelo, lá estava ela, incomodada de estar com aquele vestido que a deixava parecida com uma bonequinha. Todas as jovens do feudo estavam lá e a deixavam completamente ofuscada.
Finalmente, chegou a hora do príncipe aparecer. Ele entrou no salão, caminhando com a cabeça erguida. Era branquinho, olhos azuis, loiro e despertava suspiros das garotas do reino enquanto sentava-se no trono. Bateu palminhas rápidas como sinal para que a banda que vinha de um reino vizinho iniciasse o show da noite.
Naquele momento, os pensamentos da nossa jovem, protagonista dessa história, sobre como as garotas achavam aquele príncipe loiro azedo interessante foram interrompidos assim que a tal banda entrou. O vocalista era um moreno alto (bonito e sensual) que usava uma blusa preta de alguma banda de rock não identificada, calça jeans e um tênis de skatista com uma guitarra Jackson Flying V em suas mãos. Ela soube, era ele.
Ele cantou algumas de suas músicas favoritas, fitando-a. Ele também sabia que era ela tudo que ele sempre esperou para virar a vida de cabeça para baixo.
Era a última música da noite, Fix You- Coldplay, e os dois sabiam que era a hora. De alguma forma se conheciam muito bem mesmo sem nunca terem se cruzado por aí. Na verdade, eram iguais e podiam sentir isso. Então, combinaram de fugirem juntos vida a fora. Ela tirou os sapatos de salto, calçou o seu amado All Star, pois não tinha motivo para aparentar algo que não era de fato. Tirou o prendedor do cabelo, deixou-o bagunçado e vestia uma blusa comum com uma calça jeans surrada que trazia na mochila (que tinha deixado escondida embaixo da mesa). Tudo isso, enquanto ele colocava as coisas da banda dentro do carro junto com os amigos.
Mas nem tudo é como esperamos que seja... acredite ou não, o tio dela (pai do primo favorito) era meio doente e foi buscá-la na festa. Irado por não ter achado o filho, assim que a viu, segurou-a pelo braço e a levou para casa a força. Mandou-a de volta para o feudo X, onde seu pai a esperava da mesma forma como ela o havia deixado. Os dias passaram.
Ela não viu mais o vocalista e passava os dias apenas sobrevivendo. Enquanto ele, andava de feudo em feudo procurando a moça que esperou a vida inteira. Ela o ama até hoje e ele um dia vai acertar qual é o feudo onde ela vive. Mas é complicado, pois na idade média não existe internet ou muito menos celular.
E eles viverão felizes para sempre. Um dia.
The End.
Bruna Bugana
sábado, 10 de abril de 2010
Fim de semana em calda de chocolate
Hellooo people! Sábadão cheio de energia e euforia né? Não. rs, não pra mim.
Vejamos, desde que fui estudar lá no Ideal já não tenho fim de semana, eu tenho final de semana. Qual a diferença? Bom, no português o termo 'fim de semana' é usado quando é realmente o fim da semana que se passou, usado para pessoas que não trabalham ou fazem qualquer coisa que seja obrigatória no sábado e domingo. Já o termo 'final de semana' é quando fazemos coisas no sábado que são de nossa responsabilidade. No meu caso, ir à escola.
Quando temos aula no sábado de manhã, a tarde desse mesmo dia é sagrada.
Fui à escola, cheguei em casa e adivinhem? Não há nada pra fazer. Ops, mentira! Tenho sim: estudar. Mas caramba! Onde tá a palavra descanso na minha vida? Prova de matemática na segunda-feira é um abuso! Por que não colocam uma matéria mais tranquila? Fico revoltada.
Mas fazer o que?! ¬¬'
O que eu quero mesmo hoje é alugar um montão de filmes, me enterrar no sofá de casa e assitir à todos eles enquanto como chocolate com refrigerante e entupindo minhas veias ou então, sair pra um lugar beeeem legal, onde tenham pessoas interessantes e um clima descontraído.
Desde ontem as coisas se tornaram mais claras pra mim! Acho que quando a gente precisa dar uma refletida tudo contribui para que nosso corpo, nossa mente fiquem dispostos a fazer apenas aquilo.
Ontem à noite, eu pensei e repensei sobre coisas que me cercam diariamente e acabei chegando a conclusão que quando queremos mudança, devemos ser a mudança. Quem melhor que nós mesmos para fazer as coisas que queremos que aconteça, acontecer de fato? Deixar na mão dos outros só dá a liberdade pra que elas saiam de um jeito diferente do que a gente queria! Então, poxa vida, por que esperar mais ainda? Sim, existem coisas que estão fora do nosso controle, mas tenho certeza que existem coisas que você sempre quis fazer bem aí na sua frente, assim como tem na minha! Vamos!
Já basta esperar pelo tempo o que dirá esperar as pessoas também! Tudo é tão frágil, ninguém tem certeza do minuto seguinte! Farei das palavras da minha professora Celina as minhas: APAIXONE-SE.
Apaixone-se pelo hoje, apaixone-se por sua personalidade, apaixone-se pela ideia de pular de para-quedas mesmo sabendo que ao chegar lá em cima você vai querer arregar, apaixone-se pelas coisas simples, apaixone-se pelo cheiro da comida que vem da cozinha, apaixone-se pelo plástico bolha e pelo cobertor quente na cama. Apaixone-se por você e se sobrar amor, apaixone-se por alguém. Não há nada melhor na vida!
Não tô querendo fazer tipo de psicóloga ou conselheira. Só queiro deixar bem clara as oportunidades que todos nós temos no dia a dia.
Meu tio morreu essa semana e acredito que ele não concretizou muitos de seus planos ou sequer prestou atenção nos sorrisos que a vida deu pra ele. Quanto tempo nós temos? Um dia ou 100 anos.. não faz diferença! Se nos apaixonarmos pelo que temos, seremos muito mais felizes!
Só que hoje eu estou mais apaixonada pela ideia de locar alguns desenhos infantis e ficar curtindo a monotonia do que estudar para minha prova! rs.
Assim que sair daqui, vou lá no quarto do meu pai acordá-lo com um pulo na cama e mais tarde vou experimentar uma receita que acabei de inventar: Maçã verde na calda de chocolate de ovo de páscoa! Acho que vai ficar bom. hihi.
Meu msn não tá entrando, então tá dado o recado!
Bom fim ou final de semana pra todo mundo!
Beijons :*
Bruna Bugana
Vejamos, desde que fui estudar lá no Ideal já não tenho fim de semana, eu tenho final de semana. Qual a diferença? Bom, no português o termo 'fim de semana' é usado quando é realmente o fim da semana que se passou, usado para pessoas que não trabalham ou fazem qualquer coisa que seja obrigatória no sábado e domingo. Já o termo 'final de semana' é quando fazemos coisas no sábado que são de nossa responsabilidade. No meu caso, ir à escola.
Quando temos aula no sábado de manhã, a tarde desse mesmo dia é sagrada.
Fui à escola, cheguei em casa e adivinhem? Não há nada pra fazer. Ops, mentira! Tenho sim: estudar. Mas caramba! Onde tá a palavra descanso na minha vida? Prova de matemática na segunda-feira é um abuso! Por que não colocam uma matéria mais tranquila? Fico revoltada.
Mas fazer o que?! ¬¬'
O que eu quero mesmo hoje é alugar um montão de filmes, me enterrar no sofá de casa e assitir à todos eles enquanto como chocolate com refrigerante e entupindo minhas veias ou então, sair pra um lugar beeeem legal, onde tenham pessoas interessantes e um clima descontraído.
Desde ontem as coisas se tornaram mais claras pra mim! Acho que quando a gente precisa dar uma refletida tudo contribui para que nosso corpo, nossa mente fiquem dispostos a fazer apenas aquilo.
Ontem à noite, eu pensei e repensei sobre coisas que me cercam diariamente e acabei chegando a conclusão que quando queremos mudança, devemos ser a mudança. Quem melhor que nós mesmos para fazer as coisas que queremos que aconteça, acontecer de fato? Deixar na mão dos outros só dá a liberdade pra que elas saiam de um jeito diferente do que a gente queria! Então, poxa vida, por que esperar mais ainda? Sim, existem coisas que estão fora do nosso controle, mas tenho certeza que existem coisas que você sempre quis fazer bem aí na sua frente, assim como tem na minha! Vamos!
Já basta esperar pelo tempo o que dirá esperar as pessoas também! Tudo é tão frágil, ninguém tem certeza do minuto seguinte! Farei das palavras da minha professora Celina as minhas: APAIXONE-SE.
Apaixone-se pelo hoje, apaixone-se por sua personalidade, apaixone-se pela ideia de pular de para-quedas mesmo sabendo que ao chegar lá em cima você vai querer arregar, apaixone-se pelas coisas simples, apaixone-se pelo cheiro da comida que vem da cozinha, apaixone-se pelo plástico bolha e pelo cobertor quente na cama. Apaixone-se por você e se sobrar amor, apaixone-se por alguém. Não há nada melhor na vida!
Não tô querendo fazer tipo de psicóloga ou conselheira. Só queiro deixar bem clara as oportunidades que todos nós temos no dia a dia.
Meu tio morreu essa semana e acredito que ele não concretizou muitos de seus planos ou sequer prestou atenção nos sorrisos que a vida deu pra ele. Quanto tempo nós temos? Um dia ou 100 anos.. não faz diferença! Se nos apaixonarmos pelo que temos, seremos muito mais felizes!
Só que hoje eu estou mais apaixonada pela ideia de locar alguns desenhos infantis e ficar curtindo a monotonia do que estudar para minha prova! rs.
Assim que sair daqui, vou lá no quarto do meu pai acordá-lo com um pulo na cama e mais tarde vou experimentar uma receita que acabei de inventar: Maçã verde na calda de chocolate de ovo de páscoa! Acho que vai ficar bom. hihi.
Meu msn não tá entrando, então tá dado o recado!
Bom fim ou final de semana pra todo mundo!
Beijons :*
Bruna Bugana
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Inglês, problemas e macarrão instantâneo
Segunda vez no dia que venho postar alguma coisa aqui. Lutei e relutei para não vir, mas vim, afinal eu fiz o blog pra isso mesmo né?
Bom, fui pra minha aula lá no inglês e foi muuuito boa! Eu tenho um novo professor que sem dúvida é uma das pessoas mais interessantes que eu já conheci. Não há um lugar no mundo que ele não conheça e fala trilhões de línguas. Passamos a aula inteira conversando (in english) sobre comida. A comida aqui, a comida na Inglaterra, na França, na Itália, na África, dentre outros lugares que eu quero visitar. Não chamo aquele lugar de 'escola de inglês', chamo de terapia. Quando eu começo achar minha vida grande demais, lá eu consigo ver que sou como uma sementinha de mostarda no mundo. É muito gratificante.
Vim pra casa e meus planos de estudar foram por água abaixo. Não que eu seja irresponsável ou eu realmente seja irresponsável, mas tô naqueles dias que resolver seus problemas é a primeira coisa na lista de afazeres, só que não tenho nem ideia por onde começar, logo, fico à deriva.
Por um milagre, até agora algumas coisas conseguiram se resolver consideravelmente bem. Eu não saí da internet e mesmo assim, estou me sentindo melhor agora do que de manhã.
Meu coração tá bem mais calmo e bem mais esperançoso em relação à algumas coisas que se Deus quiser irão acontecer. Pude conversar com uma pessoa muito especial que também está passando por algumas coisas meio chatas e é ótimo ver que eu não sou a única pessoa triste. Mas não me entenda mal.. não sou egoísta ou algo do tipo. É apenas uma relação de sobrevivência: para sofrer basta estar vivo e para estar vivo basta ter alguém, mesmo que este alguém seja seu cachorro. Não sou arrogante o bastante pra dizer que preciso só de mim, por que além de arrogante seria uma tremenda mentirosa. Enfim, espero que tudo seja feito no tempo certo e do jeito certo, mas que seja feito.
Fiz um miojo pra mim e esqueci de por o tempero. :x Tive que colocar ketchup! rs, mas ficou bom. :) De barriga cheia, de moletom, curtindo o vento frio que vem na janela diretamente em mim, eu digo de peito estufado: EU AMO. Eu amo minha vida mesmo que muitas vezes ela seja ríspida comigo, eu amo as pessoas que fazem parte dela, eu amo estar aqui e amo, principalmente, os motivos que tenho para continuar aqui. That's all.
Eu sei que parece clichê, mas que se dane, triste daquele que não sente isso.
Meldels, já estou me vendo viciada nesse blog. --'
Agora vou curtir um pouco mais esse existencialismo, sabendo que lá se foi um dia que eu podia garantir mais um ponto na prova de matemática que farei na segunda-feira. Mas quer saber? Um dia eu vou viajar o mundo que nem meu professor de inglês e eu não vou nem lembrar de equações exponenciais onde usa-se artifício. Até lá, fico eu aqui ouvindo The Pogues- I'll love you till the end.
Adeus.
Bruna Bugana
Bom, fui pra minha aula lá no inglês e foi muuuito boa! Eu tenho um novo professor que sem dúvida é uma das pessoas mais interessantes que eu já conheci. Não há um lugar no mundo que ele não conheça e fala trilhões de línguas. Passamos a aula inteira conversando (in english) sobre comida. A comida aqui, a comida na Inglaterra, na França, na Itália, na África, dentre outros lugares que eu quero visitar. Não chamo aquele lugar de 'escola de inglês', chamo de terapia. Quando eu começo achar minha vida grande demais, lá eu consigo ver que sou como uma sementinha de mostarda no mundo. É muito gratificante.
Vim pra casa e meus planos de estudar foram por água abaixo. Não que eu seja irresponsável ou eu realmente seja irresponsável, mas tô naqueles dias que resolver seus problemas é a primeira coisa na lista de afazeres, só que não tenho nem ideia por onde começar, logo, fico à deriva.
Por um milagre, até agora algumas coisas conseguiram se resolver consideravelmente bem. Eu não saí da internet e mesmo assim, estou me sentindo melhor agora do que de manhã.
Meu coração tá bem mais calmo e bem mais esperançoso em relação à algumas coisas que se Deus quiser irão acontecer. Pude conversar com uma pessoa muito especial que também está passando por algumas coisas meio chatas e é ótimo ver que eu não sou a única pessoa triste. Mas não me entenda mal.. não sou egoísta ou algo do tipo. É apenas uma relação de sobrevivência: para sofrer basta estar vivo e para estar vivo basta ter alguém, mesmo que este alguém seja seu cachorro. Não sou arrogante o bastante pra dizer que preciso só de mim, por que além de arrogante seria uma tremenda mentirosa. Enfim, espero que tudo seja feito no tempo certo e do jeito certo, mas que seja feito.
Fiz um miojo pra mim e esqueci de por o tempero. :x Tive que colocar ketchup! rs, mas ficou bom. :) De barriga cheia, de moletom, curtindo o vento frio que vem na janela diretamente em mim, eu digo de peito estufado: EU AMO. Eu amo minha vida mesmo que muitas vezes ela seja ríspida comigo, eu amo as pessoas que fazem parte dela, eu amo estar aqui e amo, principalmente, os motivos que tenho para continuar aqui. That's all.
Eu sei que parece clichê, mas que se dane, triste daquele que não sente isso.
Meldels, já estou me vendo viciada nesse blog. --'
Agora vou curtir um pouco mais esse existencialismo, sabendo que lá se foi um dia que eu podia garantir mais um ponto na prova de matemática que farei na segunda-feira. Mas quer saber? Um dia eu vou viajar o mundo que nem meu professor de inglês e eu não vou nem lembrar de equações exponenciais onde usa-se artifício. Até lá, fico eu aqui ouvindo The Pogues- I'll love you till the end.
Adeus.
Bruna Bugana
Diga sim pra mim
Sabe aqueles dias que vc acorda jurando que vai ficar quietinha o dia todo, sentindo o frio do dia e bem fechada pra curtir tudo bem sozinha?! Pois é.. aconteceu isso comigo hoje. Só que todos os dias que eu acordo pensando assim, tudo muda. Hoje na escola eu tava muito agitada! Eu não parava de balançar as pernas, de cutucar a minha amiga que tava sentada do meu lado, falar sobre tudo que me vinha na cabeça e responder prontamente a todas as perguntas feitas pelo professor de biologia- o que resultou em muitas pessoas me olhando de cara feia com um 'Cala Boca' bem estampado na cara-.
Mas o mais legal é que na última aula, física, eu não resisti e acabei colocando os fones de ouvido para ouvir as músicas do celular da minha amiga. Lá tinha uma música: Diga sim pra mim- Isabela Taviani. Cara, acho incrível como sou uma pessoa mutante. Em um minuto eu tava inquieta, fazendo piadinhas ridículas e molhando a cadeira das pessoas, mas no outro, depois de ouvir a tal música, eu estava completamente diferente.
O dia mudou, o clima ficou diferente. Acho que ou eu sou facilmente influenciada pelo mundo que me cerca ou eu sou mesmo tão bipolar quanto as pessoas falam. Temo ser a segunda opção. Talvez seja até bom, olhando por um lado Pollyana... é bom saber que eu não sou a mesma pessoa o tempo todo, assim eu não enjoo de mim fácil. :)
Enfim, créditos à minha amiga Thaiza- dona do celular com a música-.
Tenho uma semana de provas pela frente e preciso estudar essa tarde, além de ter aula de inglês - esse ano eu me formo! \o/-.
Vou indo, colocar um chá gelado na caneca térmica e curtir o friozinho sozinha, assim como o planejado.
Au revoir. :*
Bruna Bugana
Mas o mais legal é que na última aula, física, eu não resisti e acabei colocando os fones de ouvido para ouvir as músicas do celular da minha amiga. Lá tinha uma música: Diga sim pra mim- Isabela Taviani. Cara, acho incrível como sou uma pessoa mutante. Em um minuto eu tava inquieta, fazendo piadinhas ridículas e molhando a cadeira das pessoas, mas no outro, depois de ouvir a tal música, eu estava completamente diferente.
O dia mudou, o clima ficou diferente. Acho que ou eu sou facilmente influenciada pelo mundo que me cerca ou eu sou mesmo tão bipolar quanto as pessoas falam. Temo ser a segunda opção. Talvez seja até bom, olhando por um lado Pollyana... é bom saber que eu não sou a mesma pessoa o tempo todo, assim eu não enjoo de mim fácil. :)
Enfim, créditos à minha amiga Thaiza- dona do celular com a música-.
Tenho uma semana de provas pela frente e preciso estudar essa tarde, além de ter aula de inglês - esse ano eu me formo! \o/-.
Vou indo, colocar um chá gelado na caneca térmica e curtir o friozinho sozinha, assim como o planejado.
Au revoir. :*
Bruna Bugana
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Começo
Holla! Começando um novo blog: Maria Eu Mesma! Bom, na verdade, não é meu único blog... eu tenho mais dois: Manchas Insanas e Conclusões Drásticas.
O ' Manchas Insanas' tem meus textos como postagens, tudo muito sério. O 'Conclusões Drásticas' tem comentários à respeito de filmes, livros e afins, tudo muito crítico. E agora, estreiando o 'Maria Eu Mesma' pra não falar de nada. Aqui eu vou descarregar a vontade que eu tenho de escrever sobre coisas diárias, estados emocionais, coisas úteis e inúteis.
Escolhi esse nome justamente por ter a minha essência não só como escritora amadora ou crítica de qualquer coisa, mas o meu ser humano completo. Todas primeiras pessoas do singulas dentro de um só ser humano.
Sabe aqueles diários companheiros? Pois então, é disso que eu tô falando.
Enfim, aqui começa mais um blog meu *--* Agora tenho que configurar o blog (mesmo sendo péééssima nisso).
Bonsoir :*
Bruna Bugana
O ' Manchas Insanas' tem meus textos como postagens, tudo muito sério. O 'Conclusões Drásticas' tem comentários à respeito de filmes, livros e afins, tudo muito crítico. E agora, estreiando o 'Maria Eu Mesma' pra não falar de nada. Aqui eu vou descarregar a vontade que eu tenho de escrever sobre coisas diárias, estados emocionais, coisas úteis e inúteis.
Escolhi esse nome justamente por ter a minha essência não só como escritora amadora ou crítica de qualquer coisa, mas o meu ser humano completo. Todas primeiras pessoas do singulas dentro de um só ser humano.
Sabe aqueles diários companheiros? Pois então, é disso que eu tô falando.
Enfim, aqui começa mais um blog meu *--* Agora tenho que configurar o blog (mesmo sendo péééssima nisso).
Bonsoir :*
Bruna Bugana
Assinar:
Comentários (Atom)