Holla!
Quarta-feira, aniversário de Brasília, 21 de Abril de 2010. Acordei meio dia, assisti as atrações na Esplanada Dos Ministérios pela tv, almocei e vim pra cá. Um dia normal, com indagações sociais de sempre em uma data comemorativa. Porém, não é de Brasília que eu vim falar. É de um outro lugar onde todos nós conhecemos.
Ontem, depois dos estudos árduos à noite -rs- ao chegar em casa, decidi assistir o filme 'Alice no país das maravilhas' de Tim Burton pela internet mesmo. Acho péssimo ter que fazer isso, mas a data de estréia já mudou cinco vezes e não há curiosidade que resista, ainda mais quando é tão intensa quanto a minha.
Ao assistir o filme me deparei com um erro meu. Sempre falei que Alice era a personagem mais burra que existe na face da Terra, mas pensando bem ela é muito parecida comigo e com muitas pessoas. Não que sejamos burros, mas olhe bem:
I) Alice é uma menina que não possui alguém que a entenda como ela quer ser entendida e com isso ela vive em um mundo que ela mesma inventa. No filme de Tim Burton - a versão mais inteligente, na minha opinião-, Alice não sonha com o país das maravilhas, mas está no país das maravilhas. Aos 19 anos, quando deve tomar uma decisão crucial em sua vida, ela vai para o tal lugar, que acreditava ter sonhado antes e acredita estar sonhando no momento que põe os pés lá novamente. Porém, descobre que ela não se lembrava de um sonho, mas lembrava-se de um momento real. Tudo alí foi e é real.
Muitos de nós -inclusive eu-, temos um lugarzinho onde podemos nos esconder. Sabe onde? Nos nossos sonhos. Ok, parece contraditório, mas não é. Temos a mania de achar que nossas idealizações, metas, planos são coisas surreais, quando não são. Aquela sensação de ter um motivo pra não desistir ou até mesmo a sensação de se sentir bem em um momento ruim é o seu mundo. O mundo que você criou, onde seus sonhos, planos e vontades vivem te servindo de refúgio. E tudo isso é real. Paralelismo não significa fantasia.
II) No filme, Alice é cercada por personagens que possuem características marcantes. Em nossas vidas, somos cercados de pessoas que possuem características semelhantes. Dúvidas? Ok, aí vai..
-> Coelho Branco: Personagem sine qua non para o desenrolar da estória. Ele está atrasado e apressado, chamando Alice em plena cerimônia de noivado desta e ela o segue.
- Vida real: Podemos associar o coelho branco àquelas pessoas que sempre aparecem para nós quando nossa situação é meio crítica ou pressionadora. Elas estão correndo para dentro dos próprios buracos, onde estarão num mundo pessoal e acolhedor e te fazem querer se refugiar em um buraco também. Seja para sentir-se seguro ou para ter força de vontade. Geralmente, são pessoas estimuladoras e prestativas.
->Tweedle-Dee e Tweedle-Dum (os gêmeos): Sempre com um jeito meio lerdo, divergindo em ideias um com o outro, mas sempre ajudando Alice.
-Vida real: São aqueles que quando você vai conversar para que as coisas fiquem mais claras por uma visão externa e acaba saindo mais confuso do que antes por causa da quantidade contradições dessas pessoas em um só diálogo. Mas por fim, só sobra a boa vontade de te ajudar e isso é suficiente.
->Mallymkun (a ratinha): Dúvida que Alice é a mesma Alice que ia naquele mundo quando era criança e não acredita nela nem mesmo indo ao oráculo. Mas no fundo, sente uma necessidade enorme de ajudá-la e assim o faz.
-Vida real: São pessoas extremamente intuitivas e céticas. Aparecem geralmente em meio a uma crise de identidade e dizem que você já não é mais a mesma pessoa. Porém, acabam percebendo que mesmo com algumas mudanças, você ainda é a mesma pessoa.
->Absolem (a lagarta): A que tudo sabe. Vive em cima de um cogumelo e possui um oráculo de tudo que aconteceu, acontece e acontecerá no país das maravilhas. Sempre força Alice a se entender melhor com a pergunta 'Quem é você?'. Absolem vira borboleta no fim.
-Vida real: São pessoas que aparecem no mesmo momento que Mallymkun - uma crise de existencialismo-. São sábias, mesmo que muitas vezes incompreensíveis por nós. Ajudam a achar um caminho e são amáveis. Mesmo sendo experientes, vivem transformações.
-> Gato De Cheshire: é um gato malhado que possui a habilidade de aparecer e desaparecer. Ajuda Alice a achar um caminho, porém desaparece sempre que acontece algo ruim.
- Vida real: São pessoas convidativas e aparentemente bem resolvidas, porém covardes. Querem ajudar, mas não tem coragem para enfrentar dificuldades e usam muitos disfarces. Mas não que sejam pessoas falsas, apenas não são completamente confiáveis.
->Chapeleiro Maluco: PARA TUDO! Preciso deixar bem claro que esse é meu personagem favorito! Além de ser interpretado por Jhonny Depp -suspiros e mais suspiros-, ele é a coisa mais gracinha do mundo inteiro. Pronto, era isso./ O chapeleiro não demostra suas emoções abertamente e sofre de mudança de humor repentina. Esperava ansioso pela volta de Alice e é, sem dúvida, amigo de verdade dela.
- Vida real: São aqueles amigos que fazem de tudo para te proteger. São destemidos, confiantes e confiáveis, sempre ultrapassam limites por uma boa causa.
Gente, o post tá enoooorme, por isso vou parar por aqui -rs.
Enfim, todo mundo que leu (ninguém) entendeu? Tudo isso é de verdade. Se você que ainda não assitiu o filme -por causa da indecisão da Disney-, assista-o e pense bastante. Afinal, alí pode estar uma pequena demonstração de uma pequena parte de sua vida.
Parece meio louco? Mas segundo o filme 'As pessoas loucas são as melhores'. :D
Até mais, tenho uma hora marcada para tomar chá.
'' Ao contrário do que era, não seria. E o que não seria, será. Você vai ver!''
Bruna Bugana
quarta-feira, 21 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
O fim e o começo
Bom dia!
Aqui estou eu! Domingo de manhã, prestes a ir à igreja.
Bom, ontem eu fui para a escola de manhã, primeiro dia sem prova lá essa semana. Foi até divertido. Tinham poucas pessoas e pouca matéria também.
À tarde eu fui ao shopping com uns amigos e foi bem tranquilo também. Gastei meu dinheiro todo D: Isso é desesperador. Fui assistir 'Uma noite fora de série' e até recomendo também.
Cheguei em casa à noite e fiquei aqui com a amélia (meu pc) curtindo o restinho de sábado. Votei feito louca no Paulo Pokémon lá na batalha de colírios e fui dormir tarde.
Acabei de acordar, tenho que ir pra igreja. Hoje à noite dou aula para as crianças lá. Tenho que comprar umas coisas. E amanhã começa a rotina, porém uma rotina bem mais legal... sem provas e com o início do MED- o curso que eu planejo fazer desde o ano passado-.
Vou indo que tô atrasada.
Mesmo sabendo que ninguém lê isso aqui...
Beijo. =*
Bruna Bugana
Aqui estou eu! Domingo de manhã, prestes a ir à igreja.
Bom, ontem eu fui para a escola de manhã, primeiro dia sem prova lá essa semana. Foi até divertido. Tinham poucas pessoas e pouca matéria também.
À tarde eu fui ao shopping com uns amigos e foi bem tranquilo também. Gastei meu dinheiro todo D: Isso é desesperador. Fui assistir 'Uma noite fora de série' e até recomendo também.
Cheguei em casa à noite e fiquei aqui com a amélia (meu pc) curtindo o restinho de sábado. Votei feito louca no Paulo Pokémon lá na batalha de colírios e fui dormir tarde.
Acabei de acordar, tenho que ir pra igreja. Hoje à noite dou aula para as crianças lá. Tenho que comprar umas coisas. E amanhã começa a rotina, porém uma rotina bem mais legal... sem provas e com o início do MED- o curso que eu planejo fazer desde o ano passado-.
Vou indo que tô atrasada.
Mesmo sabendo que ninguém lê isso aqui...
Beijo. =*
Bruna Bugana
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Livros, anonimato e cappuccino
Oi,
Tô no meio de uma pausa na minha leitura. Um dos livros da vez é 'O segredo de Emma Corrigan'. Muito bom, recomendo.
Amanhã é o último dia da minha semana de provas, tenho prova de física, filosofia e inglês. E minha intuição diz que a prova de física estará bem difícil. Sabe o que mais? eu não estudei. Sim, me chame de irresponsável. Vou fazer a prova com o que sei de todas as aulas durante o bimestre e espero que seja muita coisa. O lado positivo é que é o último dia dessa loucura.
Uma coisa que tem me intrigado muito durante esses dias é o desejo das pessoas de serem conhecidas. Caramba, é na escola, no orkut, no twitter..em todo lugar! Garotas se vestindo iguaizinhas e garotos se matando para ser colírio da capricho. Em que mundo vivemos? Onde estão as pessoas que não tem a popularidade como item número um na lista de prioridades? Pelo amor de Deus! Já virou nêura!
Na minha opinião, o anonimato é bem mais interessante. Você conhece as pessoas que quer conhecer, é amigo das pessoas que escolhe e é muito mais seguro nisso. Ser anônimo dá a chance de estar com pessoas que não estão juntas com você por uma capa de revista ou da bandinha da hora. Dá a chance de ser você e ser aceito por isso.
Não sou do tipo pop star, não quero ser e acho o cúmulo da baixa auto-estima alguém que se humilha para estar com outra pessoa com um bom status!
No livro, que estava lendo há uns cinco minutos, tem uma personagem chamada Kerry que é um pé no saco. Casada com um cara rico, empresária de sucesso e uma completa imbecil. Nossa! Eu consigo fazer uma lista de pessoas iguais a ela que eu conheço. E me dá cada vez mais vontade de expulsá-las do meio social que me cerca. Infelizmente, não é possível.
Pô, quer ser reconhecido? Então, seja pelo seu talento. Não por seguir um monte de gente igual, que se veste igual, que ouve músicas iguais, que fala igual, que age igual, que ...argh!
Enfim, tô com uma vontade de tomar um cappuccino, mas não tem como preparar agora. Tô ouvindo Laterna Dos Afogados na versão da Cássia Eller - que é linda-.
Vou indo, leitores imaginários...
Não se esqueçam: anonimato é mais legal, porque se você tirar uma nota baixa na prova de física, ninguém fica sabendo. :D
Boa noite.
Bruna Bugana
Tô no meio de uma pausa na minha leitura. Um dos livros da vez é 'O segredo de Emma Corrigan'. Muito bom, recomendo.
Amanhã é o último dia da minha semana de provas, tenho prova de física, filosofia e inglês. E minha intuição diz que a prova de física estará bem difícil. Sabe o que mais? eu não estudei. Sim, me chame de irresponsável. Vou fazer a prova com o que sei de todas as aulas durante o bimestre e espero que seja muita coisa. O lado positivo é que é o último dia dessa loucura.
Uma coisa que tem me intrigado muito durante esses dias é o desejo das pessoas de serem conhecidas. Caramba, é na escola, no orkut, no twitter..em todo lugar! Garotas se vestindo iguaizinhas e garotos se matando para ser colírio da capricho. Em que mundo vivemos? Onde estão as pessoas que não tem a popularidade como item número um na lista de prioridades? Pelo amor de Deus! Já virou nêura!
Na minha opinião, o anonimato é bem mais interessante. Você conhece as pessoas que quer conhecer, é amigo das pessoas que escolhe e é muito mais seguro nisso. Ser anônimo dá a chance de estar com pessoas que não estão juntas com você por uma capa de revista ou da bandinha da hora. Dá a chance de ser você e ser aceito por isso.
Não sou do tipo pop star, não quero ser e acho o cúmulo da baixa auto-estima alguém que se humilha para estar com outra pessoa com um bom status!
No livro, que estava lendo há uns cinco minutos, tem uma personagem chamada Kerry que é um pé no saco. Casada com um cara rico, empresária de sucesso e uma completa imbecil. Nossa! Eu consigo fazer uma lista de pessoas iguais a ela que eu conheço. E me dá cada vez mais vontade de expulsá-las do meio social que me cerca. Infelizmente, não é possível.
Pô, quer ser reconhecido? Então, seja pelo seu talento. Não por seguir um monte de gente igual, que se veste igual, que ouve músicas iguais, que fala igual, que age igual, que ...argh!
Enfim, tô com uma vontade de tomar um cappuccino, mas não tem como preparar agora. Tô ouvindo Laterna Dos Afogados na versão da Cássia Eller - que é linda-.
Vou indo, leitores imaginários...
Não se esqueçam: anonimato é mais legal, porque se você tirar uma nota baixa na prova de física, ninguém fica sabendo. :D
Boa noite.
Bruna Bugana
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Panacéia
Estava andando a esmo naquela praça central. Típico centro urbano das cidades grandes que principalmente ao crepúsculo, todos aqueles pombos, o barulho da fonte artificial servindo de cenário para pessoas apressadas, era muito natural. Ela, porém ainda andava a esmo.
Não era o tic-tac de seu antigo relógio de pulso que chamava a sua atenção, mas sim toda a sensibilidade daquela cena que passava despercebida pelos rostos à volta.
Era um dia frio e seu corpo ficava arrepiado quando a brisa o tocava. Estava tão mergulhada dentro de si que nem mesmo os pombos percebiam sua presença. Excêntrica presença! Dentro de seus sapatos Old School, da sua longa saia verde musgo, de sua blusa preta e sua jaqueta jeans, escondia-se uma grande mulher.
Caminhou até perto da fonte e sentou em um banco próximo. Passou a mão em seus curtos cabelos cacheados para arrumá-los já que o vento estava forte. Tirou da sua bolsa jeans surrada uma velha máquina fotográfica para registrar tudo o que via.
Pombos no chão buscando por migalhas, pessoas bem vestidas com a testa franzida e andando rápido, casais discutindo ao descer as escadas do metrô, as poucas árvores dançando com o vento e um homem, de frente para a fonte artificial, que parecia hipnotizado com o sobe e desce que a água fazia.
Ela abaixou a máquina, tirando-a de seus olhos para que pudesse observar a primeira figura que de fato chamara sua atenção. Alí de pé ele estava e ela analisava seu perfil.
Um velho All Star, um jeans escuro, um blaiser terra-cota e uma blusa que parecia ser azul marinho. Tinha uma barba mal feita que fazia contraste com sua pele clara e que não fazia justiça ao seu rosto de 20 anos de idade, mas que combinava com seu cabelo castanho escuro totalmente desarrumado. Seus olhos estavam fixos na água da fonte, mas ela percebeu que eram olhos pretos bem escuros.
De repente, ele pareceu notar que foi descoberto e em um movimento brusco, olhou na direção dela e encontrou seus olhos. Ela, por sua vez, ficou paralisada, pois não era comum pessoas estabelecendo contato visual com ela. Sentia-se ardendo por dentro e de alguma forma tinha a impressão de que o conhecia, por isso não mexeu um músculo e continuou olhando-o.
Ele também sentia que era uma moça familiar, mas ao mesmo tempo tinha certeza que nunca tinha visto criatura tão bela e diferente. Deu um passo. O suficiente para o coração dela saltar no peito como se o marciano Monte Olímpo tivesse despertado. De onde ele viera? Seria ele seu milagre particular? O vazio da sua existência teria fim? Vazio. Era como ele se sentia. Vazio dele mesmo e cheio daquela nova sensação, com isso, sorriu. O que fez ela achar que suas pernas eram membros independentes, por isso não conseguia ir embora, mas com muito esforço foi levantando do banco.
Movimento tal provocador do desaparecimento do sorriso e a confusão aparente surgia no rosto dele. Ela sentiu medo e euforia, desejo e surpresa, felicidade e angústia. Colocou a máquina dentro da bolsa, ainda fitando quem a fitava. Enquanto isso, ele queria correr e abraça-la, mas não sabia se era seguro chegar a tal ponto. Deu outro passo.
Ela nervosa e suando frio, virou-se e tomou a direção contrária. Ele ficou.
Os pombos levantaram voô e as pessoas ainda andavam apressadamente. Ela se sentia viva e se questionava se há a possibilidade de amar alguém por cinco minutos, mas que se existisse ela amou profundamente. Ele tinha a certeza de que se era amor ou qualquer outra coisa, não importava, mas que esperava encontrá-la novamente para que pudesse sentir a estranha sensação de ter ganho seu milagre particular.
Bruna Bugana
Não era o tic-tac de seu antigo relógio de pulso que chamava a sua atenção, mas sim toda a sensibilidade daquela cena que passava despercebida pelos rostos à volta.
Era um dia frio e seu corpo ficava arrepiado quando a brisa o tocava. Estava tão mergulhada dentro de si que nem mesmo os pombos percebiam sua presença. Excêntrica presença! Dentro de seus sapatos Old School, da sua longa saia verde musgo, de sua blusa preta e sua jaqueta jeans, escondia-se uma grande mulher.
Caminhou até perto da fonte e sentou em um banco próximo. Passou a mão em seus curtos cabelos cacheados para arrumá-los já que o vento estava forte. Tirou da sua bolsa jeans surrada uma velha máquina fotográfica para registrar tudo o que via.
Pombos no chão buscando por migalhas, pessoas bem vestidas com a testa franzida e andando rápido, casais discutindo ao descer as escadas do metrô, as poucas árvores dançando com o vento e um homem, de frente para a fonte artificial, que parecia hipnotizado com o sobe e desce que a água fazia.
Ela abaixou a máquina, tirando-a de seus olhos para que pudesse observar a primeira figura que de fato chamara sua atenção. Alí de pé ele estava e ela analisava seu perfil.
Um velho All Star, um jeans escuro, um blaiser terra-cota e uma blusa que parecia ser azul marinho. Tinha uma barba mal feita que fazia contraste com sua pele clara e que não fazia justiça ao seu rosto de 20 anos de idade, mas que combinava com seu cabelo castanho escuro totalmente desarrumado. Seus olhos estavam fixos na água da fonte, mas ela percebeu que eram olhos pretos bem escuros.
De repente, ele pareceu notar que foi descoberto e em um movimento brusco, olhou na direção dela e encontrou seus olhos. Ela, por sua vez, ficou paralisada, pois não era comum pessoas estabelecendo contato visual com ela. Sentia-se ardendo por dentro e de alguma forma tinha a impressão de que o conhecia, por isso não mexeu um músculo e continuou olhando-o.
Ele também sentia que era uma moça familiar, mas ao mesmo tempo tinha certeza que nunca tinha visto criatura tão bela e diferente. Deu um passo. O suficiente para o coração dela saltar no peito como se o marciano Monte Olímpo tivesse despertado. De onde ele viera? Seria ele seu milagre particular? O vazio da sua existência teria fim? Vazio. Era como ele se sentia. Vazio dele mesmo e cheio daquela nova sensação, com isso, sorriu. O que fez ela achar que suas pernas eram membros independentes, por isso não conseguia ir embora, mas com muito esforço foi levantando do banco.
Movimento tal provocador do desaparecimento do sorriso e a confusão aparente surgia no rosto dele. Ela sentiu medo e euforia, desejo e surpresa, felicidade e angústia. Colocou a máquina dentro da bolsa, ainda fitando quem a fitava. Enquanto isso, ele queria correr e abraça-la, mas não sabia se era seguro chegar a tal ponto. Deu outro passo.
Ela nervosa e suando frio, virou-se e tomou a direção contrária. Ele ficou.
Os pombos levantaram voô e as pessoas ainda andavam apressadamente. Ela se sentia viva e se questionava se há a possibilidade de amar alguém por cinco minutos, mas que se existisse ela amou profundamente. Ele tinha a certeza de que se era amor ou qualquer outra coisa, não importava, mas que esperava encontrá-la novamente para que pudesse sentir a estranha sensação de ter ganho seu milagre particular.
Bruna Bugana
terça-feira, 13 de abril de 2010
Towanda!
Olá leitores imaginários!
Neste exato momento estou no meu quarto (frio), com cadernos e livros espalhados por todo canto e minha tia está assistindo alguma novela deplorável na minha televisão e deitada na minha cama. Tive três provas hoje de manhã e em uma delas acredito não ter obtido um bom resultado.
Cheguei em casa e assisti 'Tomates verdes fritos'. Fui estudar para as provas de amanhã. Consegui? Não. Estou pra tudo hoje, MENOS para estudar. Caramba, eu preciso de uns dias lá no Havaí ou em um lugar que faça muito frio. Juro que tentei estudar, mas não deu.
Fui para a internet e minha rede caiu. Não voltava mais. Ódio mortal.
Resolvi pegar uns livros pra ler no escritório aqui em casa e acabei pegando 'O segredo de Emma Corrigan'. Li o primeiro capítulo e larguei, pois pensava o tempo todo nos livros que eu preciso terminar de ler. Uns três. Agora, quatro.
Minha rede voltou e eu também voltei para meu vício. Estou sem fazer nada desde então. Tirando o fato de a conexão ter caído umas três vezes depois, tá tudo mais de boa. Assisti um vídeo MUITO gracinha no youtube que conseguiu me alegrar por alguns minutos.
Estou aqui ainda, cada segundo mais aflita por causa das provas que me aguardam.
Sabe o que eu preciso? De menos preocupação! Ser igual a Idgie de Tomates Verdes Fritos às vezes, ajudaria bastante. Ou talvez eu seja, mas não hoje.
Demorei mil anos pra escrever isso aqui. E agora estou indo fazer não sei o quê. Ou melhor, estou indo não fazer nada.
Bye.
Bruna Bugana
Neste exato momento estou no meu quarto (frio), com cadernos e livros espalhados por todo canto e minha tia está assistindo alguma novela deplorável na minha televisão e deitada na minha cama. Tive três provas hoje de manhã e em uma delas acredito não ter obtido um bom resultado.
Cheguei em casa e assisti 'Tomates verdes fritos'. Fui estudar para as provas de amanhã. Consegui? Não. Estou pra tudo hoje, MENOS para estudar. Caramba, eu preciso de uns dias lá no Havaí ou em um lugar que faça muito frio. Juro que tentei estudar, mas não deu.
Fui para a internet e minha rede caiu. Não voltava mais. Ódio mortal.
Resolvi pegar uns livros pra ler no escritório aqui em casa e acabei pegando 'O segredo de Emma Corrigan'. Li o primeiro capítulo e larguei, pois pensava o tempo todo nos livros que eu preciso terminar de ler. Uns três. Agora, quatro.
Minha rede voltou e eu também voltei para meu vício. Estou sem fazer nada desde então. Tirando o fato de a conexão ter caído umas três vezes depois, tá tudo mais de boa. Assisti um vídeo MUITO gracinha no youtube que conseguiu me alegrar por alguns minutos.
Estou aqui ainda, cada segundo mais aflita por causa das provas que me aguardam.
Sabe o que eu preciso? De menos preocupação! Ser igual a Idgie de Tomates Verdes Fritos às vezes, ajudaria bastante. Ou talvez eu seja, mas não hoje.
Demorei mil anos pra escrever isso aqui. E agora estou indo fazer não sei o quê. Ou melhor, estou indo não fazer nada.
Bye.
Bruna Bugana
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Bandeiras ao vento
Meu Deeeeeeeeeeeus! *o* É disso que eu preciso! Depois de um dia cansativo de provas e estudo à tarde, tudo que eu queria é uma forcinha de algo que tenho esperado! E eu tive! Não há nada melhor que isso. Podem me chamar de imbecil sonhadora e esperançosa, mas que se dane, as coisas não serão feitas agora mesmo, lá na frente a gente vê. \o/ Mesmo que a paciência seja mais difícil que a fé, eu espero até ficar velha, mas que vai acontecer.. aaaah vai!
Sabe como eu sei disso? Pelos sinais! Essa forcinha que eu sempre tenho pra sempre me mostrar que não é hora de parar! Thank God! \o/
''When I get older, I will be stronger
They'll call me freedom just like a wavin' flag,
And then it goes back..''
Que vontade de sair gritando na rua! Agora sei o que aquela música Telegrama do Zeca B. quer dizer! :D
Enjoy people.
Bruna Bugana
Sabe como eu sei disso? Pelos sinais! Essa forcinha que eu sempre tenho pra sempre me mostrar que não é hora de parar! Thank God! \o/
''When I get older, I will be stronger
They'll call me freedom just like a wavin' flag,
And then it goes back..''
Que vontade de sair gritando na rua! Agora sei o que aquela música Telegrama do Zeca B. quer dizer! :D
Enjoy people.
Bruna Bugana
domingo, 11 de abril de 2010
Conto de fadas atrasadas
Era uma veeeeez..
Uma jovem, filha de um artesão que morava num feudo X. Ela cresceu rodeada de amigos e muito amada pelo pai, porém esperava encontrar algo que virasse sua vidinha pacata de cabeça para baixo. Chegou a conhecer alguns rapazes mas a única coisa que sobrou foram decepções. Então, decidiu viajar para a casa dos tios em um feudo muito, muito, muito distante.
Os dias que ela passou lá foram incríveis. O lugar era espetacular e ela divertia-se muito na companhia do seu primo favorito. Um belo dia, seu primo a levou numa festa da côrte do rei, onde estaria o mais belo príncipe de todos os feudos (pelo menos eram o que as outras garotas diziam). Ao chegar no castelo, lá estava ela, incomodada de estar com aquele vestido que a deixava parecida com uma bonequinha. Todas as jovens do feudo estavam lá e a deixavam completamente ofuscada.
Finalmente, chegou a hora do príncipe aparecer. Ele entrou no salão, caminhando com a cabeça erguida. Era branquinho, olhos azuis, loiro e despertava suspiros das garotas do reino enquanto sentava-se no trono. Bateu palminhas rápidas como sinal para que a banda que vinha de um reino vizinho iniciasse o show da noite.
Naquele momento, os pensamentos da nossa jovem, protagonista dessa história, sobre como as garotas achavam aquele príncipe loiro azedo interessante foram interrompidos assim que a tal banda entrou. O vocalista era um moreno alto (bonito e sensual) que usava uma blusa preta de alguma banda de rock não identificada, calça jeans e um tênis de skatista com uma guitarra Jackson Flying V em suas mãos. Ela soube, era ele.
Ele cantou algumas de suas músicas favoritas, fitando-a. Ele também sabia que era ela tudo que ele sempre esperou para virar a vida de cabeça para baixo.
Era a última música da noite, Fix You- Coldplay, e os dois sabiam que era a hora. De alguma forma se conheciam muito bem mesmo sem nunca terem se cruzado por aí. Na verdade, eram iguais e podiam sentir isso. Então, combinaram de fugirem juntos vida a fora. Ela tirou os sapatos de salto, calçou o seu amado All Star, pois não tinha motivo para aparentar algo que não era de fato. Tirou o prendedor do cabelo, deixou-o bagunçado e vestia uma blusa comum com uma calça jeans surrada que trazia na mochila (que tinha deixado escondida embaixo da mesa). Tudo isso, enquanto ele colocava as coisas da banda dentro do carro junto com os amigos.
Mas nem tudo é como esperamos que seja... acredite ou não, o tio dela (pai do primo favorito) era meio doente e foi buscá-la na festa. Irado por não ter achado o filho, assim que a viu, segurou-a pelo braço e a levou para casa a força. Mandou-a de volta para o feudo X, onde seu pai a esperava da mesma forma como ela o havia deixado. Os dias passaram.
Ela não viu mais o vocalista e passava os dias apenas sobrevivendo. Enquanto ele, andava de feudo em feudo procurando a moça que esperou a vida inteira. Ela o ama até hoje e ele um dia vai acertar qual é o feudo onde ela vive. Mas é complicado, pois na idade média não existe internet ou muito menos celular.
E eles viverão felizes para sempre. Um dia.
The End.
Bruna Bugana
Uma jovem, filha de um artesão que morava num feudo X. Ela cresceu rodeada de amigos e muito amada pelo pai, porém esperava encontrar algo que virasse sua vidinha pacata de cabeça para baixo. Chegou a conhecer alguns rapazes mas a única coisa que sobrou foram decepções. Então, decidiu viajar para a casa dos tios em um feudo muito, muito, muito distante.
Os dias que ela passou lá foram incríveis. O lugar era espetacular e ela divertia-se muito na companhia do seu primo favorito. Um belo dia, seu primo a levou numa festa da côrte do rei, onde estaria o mais belo príncipe de todos os feudos (pelo menos eram o que as outras garotas diziam). Ao chegar no castelo, lá estava ela, incomodada de estar com aquele vestido que a deixava parecida com uma bonequinha. Todas as jovens do feudo estavam lá e a deixavam completamente ofuscada.
Finalmente, chegou a hora do príncipe aparecer. Ele entrou no salão, caminhando com a cabeça erguida. Era branquinho, olhos azuis, loiro e despertava suspiros das garotas do reino enquanto sentava-se no trono. Bateu palminhas rápidas como sinal para que a banda que vinha de um reino vizinho iniciasse o show da noite.
Naquele momento, os pensamentos da nossa jovem, protagonista dessa história, sobre como as garotas achavam aquele príncipe loiro azedo interessante foram interrompidos assim que a tal banda entrou. O vocalista era um moreno alto (bonito e sensual) que usava uma blusa preta de alguma banda de rock não identificada, calça jeans e um tênis de skatista com uma guitarra Jackson Flying V em suas mãos. Ela soube, era ele.
Ele cantou algumas de suas músicas favoritas, fitando-a. Ele também sabia que era ela tudo que ele sempre esperou para virar a vida de cabeça para baixo.
Era a última música da noite, Fix You- Coldplay, e os dois sabiam que era a hora. De alguma forma se conheciam muito bem mesmo sem nunca terem se cruzado por aí. Na verdade, eram iguais e podiam sentir isso. Então, combinaram de fugirem juntos vida a fora. Ela tirou os sapatos de salto, calçou o seu amado All Star, pois não tinha motivo para aparentar algo que não era de fato. Tirou o prendedor do cabelo, deixou-o bagunçado e vestia uma blusa comum com uma calça jeans surrada que trazia na mochila (que tinha deixado escondida embaixo da mesa). Tudo isso, enquanto ele colocava as coisas da banda dentro do carro junto com os amigos.
Mas nem tudo é como esperamos que seja... acredite ou não, o tio dela (pai do primo favorito) era meio doente e foi buscá-la na festa. Irado por não ter achado o filho, assim que a viu, segurou-a pelo braço e a levou para casa a força. Mandou-a de volta para o feudo X, onde seu pai a esperava da mesma forma como ela o havia deixado. Os dias passaram.
Ela não viu mais o vocalista e passava os dias apenas sobrevivendo. Enquanto ele, andava de feudo em feudo procurando a moça que esperou a vida inteira. Ela o ama até hoje e ele um dia vai acertar qual é o feudo onde ela vive. Mas é complicado, pois na idade média não existe internet ou muito menos celular.
E eles viverão felizes para sempre. Um dia.
The End.
Bruna Bugana
sábado, 10 de abril de 2010
Fim de semana em calda de chocolate
Hellooo people! Sábadão cheio de energia e euforia né? Não. rs, não pra mim.
Vejamos, desde que fui estudar lá no Ideal já não tenho fim de semana, eu tenho final de semana. Qual a diferença? Bom, no português o termo 'fim de semana' é usado quando é realmente o fim da semana que se passou, usado para pessoas que não trabalham ou fazem qualquer coisa que seja obrigatória no sábado e domingo. Já o termo 'final de semana' é quando fazemos coisas no sábado que são de nossa responsabilidade. No meu caso, ir à escola.
Quando temos aula no sábado de manhã, a tarde desse mesmo dia é sagrada.
Fui à escola, cheguei em casa e adivinhem? Não há nada pra fazer. Ops, mentira! Tenho sim: estudar. Mas caramba! Onde tá a palavra descanso na minha vida? Prova de matemática na segunda-feira é um abuso! Por que não colocam uma matéria mais tranquila? Fico revoltada.
Mas fazer o que?! ¬¬'
O que eu quero mesmo hoje é alugar um montão de filmes, me enterrar no sofá de casa e assitir à todos eles enquanto como chocolate com refrigerante e entupindo minhas veias ou então, sair pra um lugar beeeem legal, onde tenham pessoas interessantes e um clima descontraído.
Desde ontem as coisas se tornaram mais claras pra mim! Acho que quando a gente precisa dar uma refletida tudo contribui para que nosso corpo, nossa mente fiquem dispostos a fazer apenas aquilo.
Ontem à noite, eu pensei e repensei sobre coisas que me cercam diariamente e acabei chegando a conclusão que quando queremos mudança, devemos ser a mudança. Quem melhor que nós mesmos para fazer as coisas que queremos que aconteça, acontecer de fato? Deixar na mão dos outros só dá a liberdade pra que elas saiam de um jeito diferente do que a gente queria! Então, poxa vida, por que esperar mais ainda? Sim, existem coisas que estão fora do nosso controle, mas tenho certeza que existem coisas que você sempre quis fazer bem aí na sua frente, assim como tem na minha! Vamos!
Já basta esperar pelo tempo o que dirá esperar as pessoas também! Tudo é tão frágil, ninguém tem certeza do minuto seguinte! Farei das palavras da minha professora Celina as minhas: APAIXONE-SE.
Apaixone-se pelo hoje, apaixone-se por sua personalidade, apaixone-se pela ideia de pular de para-quedas mesmo sabendo que ao chegar lá em cima você vai querer arregar, apaixone-se pelas coisas simples, apaixone-se pelo cheiro da comida que vem da cozinha, apaixone-se pelo plástico bolha e pelo cobertor quente na cama. Apaixone-se por você e se sobrar amor, apaixone-se por alguém. Não há nada melhor na vida!
Não tô querendo fazer tipo de psicóloga ou conselheira. Só queiro deixar bem clara as oportunidades que todos nós temos no dia a dia.
Meu tio morreu essa semana e acredito que ele não concretizou muitos de seus planos ou sequer prestou atenção nos sorrisos que a vida deu pra ele. Quanto tempo nós temos? Um dia ou 100 anos.. não faz diferença! Se nos apaixonarmos pelo que temos, seremos muito mais felizes!
Só que hoje eu estou mais apaixonada pela ideia de locar alguns desenhos infantis e ficar curtindo a monotonia do que estudar para minha prova! rs.
Assim que sair daqui, vou lá no quarto do meu pai acordá-lo com um pulo na cama e mais tarde vou experimentar uma receita que acabei de inventar: Maçã verde na calda de chocolate de ovo de páscoa! Acho que vai ficar bom. hihi.
Meu msn não tá entrando, então tá dado o recado!
Bom fim ou final de semana pra todo mundo!
Beijons :*
Bruna Bugana
Vejamos, desde que fui estudar lá no Ideal já não tenho fim de semana, eu tenho final de semana. Qual a diferença? Bom, no português o termo 'fim de semana' é usado quando é realmente o fim da semana que se passou, usado para pessoas que não trabalham ou fazem qualquer coisa que seja obrigatória no sábado e domingo. Já o termo 'final de semana' é quando fazemos coisas no sábado que são de nossa responsabilidade. No meu caso, ir à escola.
Quando temos aula no sábado de manhã, a tarde desse mesmo dia é sagrada.
Fui à escola, cheguei em casa e adivinhem? Não há nada pra fazer. Ops, mentira! Tenho sim: estudar. Mas caramba! Onde tá a palavra descanso na minha vida? Prova de matemática na segunda-feira é um abuso! Por que não colocam uma matéria mais tranquila? Fico revoltada.
Mas fazer o que?! ¬¬'
O que eu quero mesmo hoje é alugar um montão de filmes, me enterrar no sofá de casa e assitir à todos eles enquanto como chocolate com refrigerante e entupindo minhas veias ou então, sair pra um lugar beeeem legal, onde tenham pessoas interessantes e um clima descontraído.
Desde ontem as coisas se tornaram mais claras pra mim! Acho que quando a gente precisa dar uma refletida tudo contribui para que nosso corpo, nossa mente fiquem dispostos a fazer apenas aquilo.
Ontem à noite, eu pensei e repensei sobre coisas que me cercam diariamente e acabei chegando a conclusão que quando queremos mudança, devemos ser a mudança. Quem melhor que nós mesmos para fazer as coisas que queremos que aconteça, acontecer de fato? Deixar na mão dos outros só dá a liberdade pra que elas saiam de um jeito diferente do que a gente queria! Então, poxa vida, por que esperar mais ainda? Sim, existem coisas que estão fora do nosso controle, mas tenho certeza que existem coisas que você sempre quis fazer bem aí na sua frente, assim como tem na minha! Vamos!
Já basta esperar pelo tempo o que dirá esperar as pessoas também! Tudo é tão frágil, ninguém tem certeza do minuto seguinte! Farei das palavras da minha professora Celina as minhas: APAIXONE-SE.
Apaixone-se pelo hoje, apaixone-se por sua personalidade, apaixone-se pela ideia de pular de para-quedas mesmo sabendo que ao chegar lá em cima você vai querer arregar, apaixone-se pelas coisas simples, apaixone-se pelo cheiro da comida que vem da cozinha, apaixone-se pelo plástico bolha e pelo cobertor quente na cama. Apaixone-se por você e se sobrar amor, apaixone-se por alguém. Não há nada melhor na vida!
Não tô querendo fazer tipo de psicóloga ou conselheira. Só queiro deixar bem clara as oportunidades que todos nós temos no dia a dia.
Meu tio morreu essa semana e acredito que ele não concretizou muitos de seus planos ou sequer prestou atenção nos sorrisos que a vida deu pra ele. Quanto tempo nós temos? Um dia ou 100 anos.. não faz diferença! Se nos apaixonarmos pelo que temos, seremos muito mais felizes!
Só que hoje eu estou mais apaixonada pela ideia de locar alguns desenhos infantis e ficar curtindo a monotonia do que estudar para minha prova! rs.
Assim que sair daqui, vou lá no quarto do meu pai acordá-lo com um pulo na cama e mais tarde vou experimentar uma receita que acabei de inventar: Maçã verde na calda de chocolate de ovo de páscoa! Acho que vai ficar bom. hihi.
Meu msn não tá entrando, então tá dado o recado!
Bom fim ou final de semana pra todo mundo!
Beijons :*
Bruna Bugana
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Inglês, problemas e macarrão instantâneo
Segunda vez no dia que venho postar alguma coisa aqui. Lutei e relutei para não vir, mas vim, afinal eu fiz o blog pra isso mesmo né?
Bom, fui pra minha aula lá no inglês e foi muuuito boa! Eu tenho um novo professor que sem dúvida é uma das pessoas mais interessantes que eu já conheci. Não há um lugar no mundo que ele não conheça e fala trilhões de línguas. Passamos a aula inteira conversando (in english) sobre comida. A comida aqui, a comida na Inglaterra, na França, na Itália, na África, dentre outros lugares que eu quero visitar. Não chamo aquele lugar de 'escola de inglês', chamo de terapia. Quando eu começo achar minha vida grande demais, lá eu consigo ver que sou como uma sementinha de mostarda no mundo. É muito gratificante.
Vim pra casa e meus planos de estudar foram por água abaixo. Não que eu seja irresponsável ou eu realmente seja irresponsável, mas tô naqueles dias que resolver seus problemas é a primeira coisa na lista de afazeres, só que não tenho nem ideia por onde começar, logo, fico à deriva.
Por um milagre, até agora algumas coisas conseguiram se resolver consideravelmente bem. Eu não saí da internet e mesmo assim, estou me sentindo melhor agora do que de manhã.
Meu coração tá bem mais calmo e bem mais esperançoso em relação à algumas coisas que se Deus quiser irão acontecer. Pude conversar com uma pessoa muito especial que também está passando por algumas coisas meio chatas e é ótimo ver que eu não sou a única pessoa triste. Mas não me entenda mal.. não sou egoísta ou algo do tipo. É apenas uma relação de sobrevivência: para sofrer basta estar vivo e para estar vivo basta ter alguém, mesmo que este alguém seja seu cachorro. Não sou arrogante o bastante pra dizer que preciso só de mim, por que além de arrogante seria uma tremenda mentirosa. Enfim, espero que tudo seja feito no tempo certo e do jeito certo, mas que seja feito.
Fiz um miojo pra mim e esqueci de por o tempero. :x Tive que colocar ketchup! rs, mas ficou bom. :) De barriga cheia, de moletom, curtindo o vento frio que vem na janela diretamente em mim, eu digo de peito estufado: EU AMO. Eu amo minha vida mesmo que muitas vezes ela seja ríspida comigo, eu amo as pessoas que fazem parte dela, eu amo estar aqui e amo, principalmente, os motivos que tenho para continuar aqui. That's all.
Eu sei que parece clichê, mas que se dane, triste daquele que não sente isso.
Meldels, já estou me vendo viciada nesse blog. --'
Agora vou curtir um pouco mais esse existencialismo, sabendo que lá se foi um dia que eu podia garantir mais um ponto na prova de matemática que farei na segunda-feira. Mas quer saber? Um dia eu vou viajar o mundo que nem meu professor de inglês e eu não vou nem lembrar de equações exponenciais onde usa-se artifício. Até lá, fico eu aqui ouvindo The Pogues- I'll love you till the end.
Adeus.
Bruna Bugana
Bom, fui pra minha aula lá no inglês e foi muuuito boa! Eu tenho um novo professor que sem dúvida é uma das pessoas mais interessantes que eu já conheci. Não há um lugar no mundo que ele não conheça e fala trilhões de línguas. Passamos a aula inteira conversando (in english) sobre comida. A comida aqui, a comida na Inglaterra, na França, na Itália, na África, dentre outros lugares que eu quero visitar. Não chamo aquele lugar de 'escola de inglês', chamo de terapia. Quando eu começo achar minha vida grande demais, lá eu consigo ver que sou como uma sementinha de mostarda no mundo. É muito gratificante.
Vim pra casa e meus planos de estudar foram por água abaixo. Não que eu seja irresponsável ou eu realmente seja irresponsável, mas tô naqueles dias que resolver seus problemas é a primeira coisa na lista de afazeres, só que não tenho nem ideia por onde começar, logo, fico à deriva.
Por um milagre, até agora algumas coisas conseguiram se resolver consideravelmente bem. Eu não saí da internet e mesmo assim, estou me sentindo melhor agora do que de manhã.
Meu coração tá bem mais calmo e bem mais esperançoso em relação à algumas coisas que se Deus quiser irão acontecer. Pude conversar com uma pessoa muito especial que também está passando por algumas coisas meio chatas e é ótimo ver que eu não sou a única pessoa triste. Mas não me entenda mal.. não sou egoísta ou algo do tipo. É apenas uma relação de sobrevivência: para sofrer basta estar vivo e para estar vivo basta ter alguém, mesmo que este alguém seja seu cachorro. Não sou arrogante o bastante pra dizer que preciso só de mim, por que além de arrogante seria uma tremenda mentirosa. Enfim, espero que tudo seja feito no tempo certo e do jeito certo, mas que seja feito.
Fiz um miojo pra mim e esqueci de por o tempero. :x Tive que colocar ketchup! rs, mas ficou bom. :) De barriga cheia, de moletom, curtindo o vento frio que vem na janela diretamente em mim, eu digo de peito estufado: EU AMO. Eu amo minha vida mesmo que muitas vezes ela seja ríspida comigo, eu amo as pessoas que fazem parte dela, eu amo estar aqui e amo, principalmente, os motivos que tenho para continuar aqui. That's all.
Eu sei que parece clichê, mas que se dane, triste daquele que não sente isso.
Meldels, já estou me vendo viciada nesse blog. --'
Agora vou curtir um pouco mais esse existencialismo, sabendo que lá se foi um dia que eu podia garantir mais um ponto na prova de matemática que farei na segunda-feira. Mas quer saber? Um dia eu vou viajar o mundo que nem meu professor de inglês e eu não vou nem lembrar de equações exponenciais onde usa-se artifício. Até lá, fico eu aqui ouvindo The Pogues- I'll love you till the end.
Adeus.
Bruna Bugana
Diga sim pra mim
Sabe aqueles dias que vc acorda jurando que vai ficar quietinha o dia todo, sentindo o frio do dia e bem fechada pra curtir tudo bem sozinha?! Pois é.. aconteceu isso comigo hoje. Só que todos os dias que eu acordo pensando assim, tudo muda. Hoje na escola eu tava muito agitada! Eu não parava de balançar as pernas, de cutucar a minha amiga que tava sentada do meu lado, falar sobre tudo que me vinha na cabeça e responder prontamente a todas as perguntas feitas pelo professor de biologia- o que resultou em muitas pessoas me olhando de cara feia com um 'Cala Boca' bem estampado na cara-.
Mas o mais legal é que na última aula, física, eu não resisti e acabei colocando os fones de ouvido para ouvir as músicas do celular da minha amiga. Lá tinha uma música: Diga sim pra mim- Isabela Taviani. Cara, acho incrível como sou uma pessoa mutante. Em um minuto eu tava inquieta, fazendo piadinhas ridículas e molhando a cadeira das pessoas, mas no outro, depois de ouvir a tal música, eu estava completamente diferente.
O dia mudou, o clima ficou diferente. Acho que ou eu sou facilmente influenciada pelo mundo que me cerca ou eu sou mesmo tão bipolar quanto as pessoas falam. Temo ser a segunda opção. Talvez seja até bom, olhando por um lado Pollyana... é bom saber que eu não sou a mesma pessoa o tempo todo, assim eu não enjoo de mim fácil. :)
Enfim, créditos à minha amiga Thaiza- dona do celular com a música-.
Tenho uma semana de provas pela frente e preciso estudar essa tarde, além de ter aula de inglês - esse ano eu me formo! \o/-.
Vou indo, colocar um chá gelado na caneca térmica e curtir o friozinho sozinha, assim como o planejado.
Au revoir. :*
Bruna Bugana
Mas o mais legal é que na última aula, física, eu não resisti e acabei colocando os fones de ouvido para ouvir as músicas do celular da minha amiga. Lá tinha uma música: Diga sim pra mim- Isabela Taviani. Cara, acho incrível como sou uma pessoa mutante. Em um minuto eu tava inquieta, fazendo piadinhas ridículas e molhando a cadeira das pessoas, mas no outro, depois de ouvir a tal música, eu estava completamente diferente.
O dia mudou, o clima ficou diferente. Acho que ou eu sou facilmente influenciada pelo mundo que me cerca ou eu sou mesmo tão bipolar quanto as pessoas falam. Temo ser a segunda opção. Talvez seja até bom, olhando por um lado Pollyana... é bom saber que eu não sou a mesma pessoa o tempo todo, assim eu não enjoo de mim fácil. :)
Enfim, créditos à minha amiga Thaiza- dona do celular com a música-.
Tenho uma semana de provas pela frente e preciso estudar essa tarde, além de ter aula de inglês - esse ano eu me formo! \o/-.
Vou indo, colocar um chá gelado na caneca térmica e curtir o friozinho sozinha, assim como o planejado.
Au revoir. :*
Bruna Bugana
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Começo
Holla! Começando um novo blog: Maria Eu Mesma! Bom, na verdade, não é meu único blog... eu tenho mais dois: Manchas Insanas e Conclusões Drásticas.
O ' Manchas Insanas' tem meus textos como postagens, tudo muito sério. O 'Conclusões Drásticas' tem comentários à respeito de filmes, livros e afins, tudo muito crítico. E agora, estreiando o 'Maria Eu Mesma' pra não falar de nada. Aqui eu vou descarregar a vontade que eu tenho de escrever sobre coisas diárias, estados emocionais, coisas úteis e inúteis.
Escolhi esse nome justamente por ter a minha essência não só como escritora amadora ou crítica de qualquer coisa, mas o meu ser humano completo. Todas primeiras pessoas do singulas dentro de um só ser humano.
Sabe aqueles diários companheiros? Pois então, é disso que eu tô falando.
Enfim, aqui começa mais um blog meu *--* Agora tenho que configurar o blog (mesmo sendo péééssima nisso).
Bonsoir :*
Bruna Bugana
O ' Manchas Insanas' tem meus textos como postagens, tudo muito sério. O 'Conclusões Drásticas' tem comentários à respeito de filmes, livros e afins, tudo muito crítico. E agora, estreiando o 'Maria Eu Mesma' pra não falar de nada. Aqui eu vou descarregar a vontade que eu tenho de escrever sobre coisas diárias, estados emocionais, coisas úteis e inúteis.
Escolhi esse nome justamente por ter a minha essência não só como escritora amadora ou crítica de qualquer coisa, mas o meu ser humano completo. Todas primeiras pessoas do singulas dentro de um só ser humano.
Sabe aqueles diários companheiros? Pois então, é disso que eu tô falando.
Enfim, aqui começa mais um blog meu *--* Agora tenho que configurar o blog (mesmo sendo péééssima nisso).
Bonsoir :*
Bruna Bugana
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